Nomes das meninas únicas

Dessa forma nomes góticos não são diferentes. Alguns deles têm um grande anel para ele enquanto os outros têm um grande significado. Dada na tabela abaixo estão alguns dos melhores nesta categoria. Para torná-lo uma escolha ainda mais ampla, eles também incluem alguns nomes góticos do Victorian para meninas. Na 20a posição das meninas temos 424 registos, sendo que para os meninos o mesmo número de registos ficaria na 33a posição. Torna-se mais difícil a escolha de nomes de meninos... Adoro Gustavo, por exemplo, mas com 705 registos já me parece demasiado popular (esse número de registos nas meninas ficaria em 7o lugar) Responder Eliminar Nomes de Bebês Diferentes – Lista com 100 Ideias Únicas e Especiais! Os nomes de bebês diferentes estão em alta. Muitas famílias têm escolhido nomes incomuns para seus rebentos, sejam meninos ou meninas, que chamam bastante atenção e, às vezes, apresentam significados bem interessantes. Voo - Além das poderosas garras, Ryuko também tem fortes asas em sua forma de dragão; Embora ainda não tenha aparecido no anime e tenha aparecido apenas rapidamente no mangá, a personagem chamou a atenção por seus poderes, sendo uma das duas únicas mulheres no top 10 da Pro Hero. Acórdão nº 1101/12.8TDPRT. P1. S1 de Supremo Tribunal de Justiça, 04 de Maio de 2016 - Acórdão nº 61/10.4TAACN.C1 de Tribunal da - Id. vLex: VLEX-1273804 2/out/2019 - Explore a pasta 'nome menino' de Juliana Milhomem no Pinterest. Veja mais ideias sobre Significados de nomes, Nomes, Nomes de bebês. os nomes das mulheres da Estónia bonitas não são incomuns, e seu número pode entrar como um simples, fácil de lembrar nomes e rara com o som original. Especificidades de nomes na Estónia . nomes variabilidade na história com o tempo só cresce. Esta é afetada por diferenças na grafia de alguns nomes. Moda recente – nomes duplas. Top 100 nomes engraçados para meninas e meninos Uma das melhores e divertidas atividades, quando você espera um bebê, é criar um nome para eles. Enquanto a maioria de nós escolhe nomes com sons convencionais para os mais pequenos, alguns gostam de se destacar com nomes exclusivos para os mais pequenos. Posts about nomes muçulmanos meninas written by portekizblog

Estou numa montanha russa de emoções

2020.09.19 07:02 flavio_brazil Estou numa montanha russa de emoções

Tudo começou no primeiro ano do ensino médio, atualmente estou no terceiro, tinha uma amigo que vivia cmg desde o quinto ano. Todavia pelas engrenagens do destino, ele começou a me ignorar, e passou a ficar com outro grupo. Até aquele momento, tudo bem tudo normal, o foda foi que ele começou a ignorar me na vida online, pois vivamos jogando CS. A partir desse momento comecei a ficar deprimido, mas o pior de tudo é que ele e mais um amigo meu antigo destruíram meu sever do discord, no qual eu tinha mto apreço. Após tal feito, entrei em depressão, pois me senti tanto traído, como abandonado. Segundo ano veio, eu tentando me regenerar de tudo o que passei, tentei voltar tal amizade, mas n rolou, ent tive uma oportunidade única, consegui uma namorada e foi a melhor coisa q me aconteceu. Me adequei a um novo grupo, basicamente amigos q não eram tão próximos, que se tornaram bastante. Porém ao mesmo tempo que eu comecei a namorar, outros dois amigos tbm, o meu antigo amigo, e um dos novos. E durante o segundo ano meio q as mesas se viraram, pq eu estava bem, e ele tava tentando se encaixar num grupo, mas nada que me afetasse. Terceiro ano vem, e é um rio de merda, primeiro o meu amigo traíra, Henrique, nome fake, começou a tratar com o meu grupo pq ele queria entrar mas n se adequava, aí veio a pandemia, EAD fudido, ele aproveito e se distânciou realmente de geral, fisicamente e virtualmente, fiquei de boa pois pensei q nada de ruim ia acontecer. Entretanto, nossas namoradas ficaram amigas, por causa de um grupo de português, e começaram a se falar, criaram grupo e os krl. E tiraram uma ideia do cu, que queriam unir todo mundo, "meu grupo" e a namorada do traíra e o próprio. Eu puto recusei, pq já tinha superado, ent ao instante que eles criaram um grupo pra geral, eu quitei. Mas acontece que oq me fez bem, n fez pra minha namorada, pois as amigas delas, ficam falando que eu sou abusivo, estrupador, tóxico e justamente é tudo que eu quero evitar. Elas ficam falando merda no ouvido da minha namorada, e ela tá bem incomodada, mas n quer deixar de ser amigas pq ela n gosta de confusão, mas fica puta qnd falam mal de mim pelas minhas costas. Hoje falei com alguns membros do meu antigo grupo, inclusive um deles namora uma das meninas, eles vem me falando que não gostaram de reunir geral, pq o grupo realmente virou tóxico, e nem eles podem falar oq pensam, pois vem duas garotas militar se em pondo como se fossem superiores, o traíra sempre toca no assunto que eu n tô no grupo pra aumentar o ego dele, eu eu realmente só estou preocupado com minha namorada. Hj tbm por conta de ter chamados os membros do antigo grupo, as meninas acharam ruim, pq supostamente eles estão falando com o inimigo (eu)
Desculpa erros, normas gramaticais, tá tarde da noite e pontuação não é mto minha área. Sei q meu problema é bem leve comparado a muitos aqui, mas só queria desabafar Abraços
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2020.09.19 03:12 MoriSann O dia que eu engravidei minha amiga com apenas 9 anos

Olá Luba,editores,gatas e turma que estão a ver
Quando eu estava na 4ª série eu era muito amiga de uma garota que era da minha sala,digamos que seu nome era Raynara,ela sentava ao meu lado em outra fileira de mesas por isso conversávamos muito
A mãe de Raynara era amiga da minha falecida avózinha, e como eu ficava o dia todo com ela pq minha mãe trabalhava o dia todo a mãe de Raynara a levava a minha casa para brincarmos juntas enquanto elas conversavam..
Um dia, eu e Raynara estávamos brincando no quarto com aquelas peças grandes e coloridas de montar sabe?tipo Lego enfim.. eu estava muito empenhada em montar algo extraordinário com aquelas peças mas Raynara não parecia tão animado o quanto eu estava, ela ficava me encarando, era desconfortável. Enquanto eu montava um avião Raynara me pergunta "-Posso te dar um beijo?"
Não lembro o que exatamente eu disse mas tudo indica que eu aceitei considerado o fato de que ela me deu um beijinho no canto da minha boca, depois que ela me beijou a mãe de Raynara grita lá de fora que elas iriam ir embora agora, eu levantei o meu rosto e Raynara me deu outro beijo, dessa vez na boca, depois ela foi embora
Na aula do dia seguinte Raynara e eu fizemos dupla para fazer um trabalho de escola, eu agi normalmente já Raynara insistia em perguntar se eu lembrava o que havia acontecido ontem..
No recreio Raynara e eu nos separamos, eu gostava de jogar bola ou ficar com meu amigo no recreio. Estava tudo normal até que em algum momento ouvi pessoas comentando coisas como "Sabiam que a Raynara tá grávida?" "A Raynara vai ter um bebê!". A escola inteira estava comentando sobre a gravidez de Raynara, eu não me importei já que não era a primeira vez que as pessoas espalhavam boatos não só sobre Raynara mas também sobre qualquer um que eles quisessem tirar sarro.
O recreio acabou e eu voltei pra minha sala, Raynara estava sentada chorando em sua mesa, como eu sempre enrola e só entrava na sala depois que a professora chegasse eu só consegui ver a professora levando Raynara para a diretoria, depois de alguns minutos Raynara leva a professora e a diretora para algumas salas, ela retorna pra nossa sala agora com alguns meninos e meninas de salas e anos diferentes, a diretora fez com que todos os causadores dos boatos se desculpassem na frente da sala inteira, depois de alguns minutos vendo aquelas pessoas levando um looooongo sermão da diretora a aula continua e todos agem normalmente.
Na hora de ir embora optei em voltar por um caminho mais longo e calma, que por acaso do destino era na rua onde Raynara morava, eu a vi sentada na calçada a alguns metros da sua casa, ela parecia chateada então fui conversar com ela
-Raynara? Você tá bem? -Você vai ser o pai! -O que? -Eu sou a mãe então você tem que ser o pai -A diretora falou pra você parar de dar ideia para o que aqueles meninos falam -Mas eu estou grávida,eu sinto o bebê na minha barriga! -Isso é sério? -Sim!Aqui coloca a mão na minha barriga
Raynara pega minha mão e coloca na barriga dela. Eu podia jurar que algo se mexeu na barriga dela, talvez só era coisa da minha cabeça pois eu estava em pânico.
Eu vou ser pai? Eu vou ter barba?! Pensamentos como esses pairavam sobre minha mente enquanto Raynara falava coisas sobre comprar uma casa e usar terno e gravata
-Eu não vou ser pai -Claro que vai,eu já sou a mãe -VOCÊ QUE ME BEIJOU E CULPA É SUA!!
Depois que eu gritei percebi qua algumas pessoas olhavam pra gente e depois continuavam o que estavam fazendo, eramos apenas duas crianças gritando coisas sobre mamãe e papai na rua, na certa pensaram que estávamos brincando de casinha ou algo assim
-Eu vou contar pra minha mãe que você não quer ser o pai
Ela correu pra sua casa e eu corri pra minha com medo da mãe de Raynara aparecer na minha casa e dizer que eu teria que me casar
No dia seguinte fui pra escola e Raynara agia como se nada tivesse acontecido, nenhuma de nós tocou do assunto. Não sei o que Raynara disse pra mãe ou se ela disse alguma coisa a única coisa que sei é que nem Raynara ou sua mãe foram na minha casa novamente
Hoje estou com 15 anos e não tenho contato com a Raynara a talvez 3 anos, não sei se isso tem alguma relação com Raynara mas me assumi lésbica esse ano para minha mãe, tá sendo um pouco complicado mas quem disse que seria fácil neah? Enfim espero que tenham gostado bjus pra qm quiser 2<3
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2020.09.14 13:44 JustCallMeLyraM8 GT DA BROTHERAGEM

GT DA BROTHERAGEM
/cc/
>eu tenho um amigo bem próximo
>amigo não
>ele é tipo um irmão
>amo aquele filho da puta
>vamos chamar ele de Maicão
>nos conhecemos no jardim da infância
>dividíamos o todynho e o biscoito passatempo no recreio
>bolachaéocaraio.mp3
>estudamos na mesma turma até a quinta série quando os pais dele se mudaram pra longe da escola
>ele continuava morando na mesma cidade, mas tava numa escola diferente
>ainda assim nos víamos todos os fins de semana
>nossas famílias se tornaram amigas também
>tudo era um mar de rosas até o final de 2004
>ano 2005
>entra uma aluna nova na minha turma
>o nome dela era Thais
>lembro como se fosse ontem do momento em que ela entrou na sala
>tudo parecia ter ficado em câmera lenta
>o sol batia nela
>o ventilador soprou seus cabelos
>ela marchava como uma égua manga larga do trote formoso
>paudureci naquele exato momento
>o foda é que eu tava em pé naquela hora e a primeira aula era de educação física
>short.gif
>todo mundo da sala começa a rir de mim e a gritar
>me chamaram de pau retrátil porque foi só a menina aparecer que ele subiu
>morri de vergonha naquela hora
>sentei na cadeira e pus a mochila no meu colo
>eu só queria sumir
>até a professora riu
>mas a Thais não
>ela sentou atrás de mim e disse pra eu não ligar pra eles e que eu ficava lindo com vergonha
>caraio vei não pude acreditar
>eu era tão tímido que pedi pra ir no banheiro na mesma hora e fiquei trancado lá até a hora do recreio
>quando o recreio chegou eu pus o dedo na goela na frente da sala dos professores
>acho que vomitei até meu intestino naquela hora
>comecei a dizer que tava passando mal
>os professores me liberaram da escola e fui pra casa mais cedo
>chego em casa e passo a tarde toda tendo fantasias masturbatórias com a Thais
>eu era tão beta quanto aqueles peixes de briga
>quando a noite chega eu corro pra casa do Maicão
>conto tudo pra ele feliz da vida
>Maicão fica feliz por mim
>brodagem.rar
>segue o jogo
>durante o resto do ano eu iria me aproximar cada vez mais da Thais e me afastar cada vez do Maicão
>ele dizia que ela tava me afastando dele mas eu discordava
>dizia que era coisa da cabeça dele
>o tempo passa
>a Thais é promovida à pitanguinha e a distância entre mim e meu brother ia aumentando cada vez mais
>um dia briguei feio com o Maicão quando ele disse que ela tava cmg só por conta do meu dinheiro
>eu não era rico, mas da escola eu era o mais bem de vida
>meu pai era o único que não tava preso e não trabalhava com drogas
>minha mãe não trabalhava na zona
>zoas ela trabalhava sim
>ela agenciava a tua mãe, aquela puta boqueteira
>zoas de novo, minha mãe era artista plástica
>um dia eu acabo falando pra Thais que o Maicão tava se sentindo escanteado
>ela começa a me dizer que era inveja do nosso relacionamento e que ele só queria nos separar
>acabo dando ouvidos a ela e brigando feio com ele
>putaquepariuqueburrice
>nunca devia ter dado ouvidos à ela
>foco no gt
>paro de falar com o Maicão e cada vez mais me entrego pra a Thais
>toda semana era cinema
>lanche na Mc Donald’s
>roupa na Marisa
>minha mesada começou a ser exclusivamente dela
>um belo dia recebo uma mensagem do Maicão dizendo que a Thais tava me traindo
>respondi mandando ele tomar no cu
>ja faziam uns 5 meses que eu não falava com ele e do nothing ele vinha com um papo desses
>ele disse que eu devia ficar atento aos sinais
>não dou a foda pro que ele diz e continuo o namoro
>na semana seguinte vejo ela com uma marca roxa no pescoço
>ela diz que tinha caído da escada
>eu disse que acreditei mas fiquei desconfiado
>nada me tirava da cabeça oq o Maicão tinha me dito
>procuro ele e conto oq aconteceu
>diferente de mim ele não era um filho da puta
>Maicão me ove e depois me conta tudo que sabia
>a Thais tinha vindo da escola em que ele estudava
>ela era conhecida como viúva negra na escola
>ela se prendia à um macho e sugava tudo dele até ele não ter mais nada
>sim, ela tmb sugava o pau
>não, ela não tinha sugado o meu ainda
>Maicão continua a história dizendo que tinha visto ela saindo da casa de um carinha que morava no mesmo bairro dele
>até aí não vi nada demais
>mas ele me disse que ela tinha dado um beijo na boca do cara na saída e quando virou de costas o cara deu um tapa na bunda dela
>ÉOQ?!
>aquela vadia não tinha nem sequer me deixado pegar na bunda dela ainda
>dizia que era só depois do casamento
>eu era beta betoso full +15
>ela me levava pra igreja todo domingo
>acreditava nela sem questionar
>caio no choro e o Maicão me consolou
>disse que eu não tava sendo um bom amigo mas que ele nunca deixou de me ter como irmão
>bolamos desmascarar ela juntos
>ela ia pra casa dele toda sexta de noite
>realizo que era a hora que a mãe dela saía de casa pra ir pro culto de oração da igreja
>caraio_como_sou_burro.jpeg
>chifre.rar
>no dia seguinte falo com a Thais como se nada tivesse acontecido
>ela diz que me ama
>digo que amo ela tmb
>caraio, eu queria matar ela ali naquela hora
>mas amava aquela desgraçada
>feelsbad.png
>sexta feira
>19h
>tava com o Maicão escondido na rua da casa dela
>avistamos a mãe dela saindo de casa
>corremos pra mãe e contamos a história
>mãe não acredita, mas topa ir com agnt até a casa do talarico
>19:30h
>Thais sai de casa com um short enfiado no cu
>pqp pra quê enfiar tanto ssaporra?
>tava tão fundo que ela devia ta sentindo do gosto dele
>seguimos ela de longe
>a vadia entra na casa do moleque
>nessa hora a mãe dela já queria matar ela, mas eu fiz ela esperar
>entrei dando um chutão na porta da frente
>queria pegar ela com a boca na botija
>e consegui
>infelizmente a botija em questão era a rola do cara
>ela tava engolindo o pau daquele moleque com uma facilidade absurda
>nem sua mãe consegue engolir minha piroca tão fácil
>foco no gt
>Thais leva um susto tão grande na hora que morde o pau do cara
>num ato reflexo por conta da dor o cara da um murro na cara de Thais
>ela cai no chão
>a mãe dela comeca a bater nela com uma havaianas e depois começa a arrastar ela pelos cabelos pra fora de casa
>a Thais é arrastada pela rua até chegar em casa
>racho o bico com a cena como mil hienas comemorando a morte do Mufasa
>peço perdão pro Maicão pela cagada que fiz
>Maicão diz que fui um idiota, mas que era o irmão dele e que nada iria nos separar
>dois dias depois Thais chega na escola toda roxa
>tinha apanhado tanto que o conselho tutelar tirou a guarda dela da mãe
>ela chega perto e diz que quer falar CMG
>ignoro
>ela me puxa pelo braço, olha no meu olho e diz:
>como vc descobriu?
>digo que o Maicão me contou tudo
>ela diz que vai pra um orfanato hoje. Só foi na escola buscar sua transferência.
>Kkkkkjkkjjjk
>ela diz que eu posso rir agora, mas quem ri por último ri melhor. Disse também que nunca iria esquecer aquilo e que o Maicão iria pagar por ser x9
>puxo meu braço, dou as costas e vou embora
>ano 2016
>terminei a escola e faço faculdade
>Maicão faz o mesmo curso que eu e estudamos na mesma turma novamente
>full brothers +15
>desde o episódio com a Thais nunca mais tínhamos brigado
>trabalhávamos, tínhamos nossa independência
>tudo ia bem até recebermos o convite para uma festa que rolaria naquela noite
>eu e o Maicão dividiamos o apartamento agora
>o convite veio por baixo da porta dentro de um envelope
>open_bar.jpeg
>o envelope vinha com 2 pulseiras
>as pulseiras davam acesso à área vip da festa onde rolaria os alcoolismo
>ficamos relutante por um momento até abrirmos a carta
>a carta tava endereçada à mim e ao Maicão
>era uma letra de mulher
>não tinha muita informação só dizia que não deviamos perder a festa por nada e que lá tudo seria explicado
>não tinhamos nada à fazer então topamos
>22h
>party.time.jpeg
>logo de cara fomos recebidos por duas loiras peitudas que estavam de camisa branca
>ambas estavam dançando na entrada da festa enquanto se molhavam com uma mangueira
>séélococuzão.rar
>a festa tinha uma proporção de 4 depósitos para cada homem
>a cada dois homens, um era gay
>era tipo o plenário da câmara dos deputados só que ao contrário
>quando entramos no salão principal todo mundo virou pra a gente
>tipo aquela cena do universidade monstro
>as depósitos cochichavam entre elas
>pensamos que tinha algo errado conosco mas a vdd é que éramos os caras mais lindos dali
>na vdd nem éramos isso tudo, mas tínhamos rola e éramos heterossexuais
>feelsalpha.png
>fomos andando até a área vip
>a decoração da festa era cheia de fotos de uma depósito
>era uma ruiva 10/10
>a festa devia ser dela
>tive a impressão que ja tinha visto ela em algum lugar
>áreavip.gif
>a área vip era lotada de bebidas
>não tinha uma depósito abaixo de 8/10
>no buffet tinha camarão e lagosta
>mano do céu era a festa mais foda que eu ja tinha ido
>quando olho pro lado ta o Maicão atracado com uma mina
>dois minutos depois a mina larga ele e agarra outra mina
>ÉOQ?!
>aquilo tava parecendo um bacanal grego
>uma coisa no entanto me incomodava
>quem teria nos convidado?
>avisto a anfitriã da festa, aquela ruiva 10/10
>ela se aproxima de mim lentamente
>mano do céu, paudureci na hora
>só conseguia imaginar eu enfiando o pau tão fundo nela que quando eu terminasse ia ta na camada do pré-sal
>a calça aperta e ela percebe que estou preparado para o abate
>fico sem graça e tento disfarçar
>ela vem por trás de mim, ri e diz que eu fico lindo com vergonha
>gelei na hora
>caraio, era a Thais - pensei
>pergunto se ela era a Thais
>ela ri e me chama de idiota.
>diz que seu nome é Raquel
>caraio, ela nao tinha nada a ver com a Thais
>errei feio, errei rude
>pensei que tivesse estragado minha chance
>raciocinando com a destreza de um crackudo na fissura e digo:
>é porque thaislinda com essa roupa
>ela ri, eu rio, segue o jogo
>nessas horas eu nem sabia mais que existia um Maicão
>só pensava em mergulhar naquelas tetas magníficas
>na boa, se ela fosse minha mãe eu mamaria até hj
>quando olho pro lado o Maicão tava agarrado com duas ao mesmo tempo
>bodyshot.gif
>caraio o Maicão tava levando uma surra de peito na cara enquanto bebia e eu no 0x0
>me aproximo da ruiva já na maldade
>ela chega do meu lado
>põe a mão no meu ombro e fala na minha orelha direita:
>quem é esse teu amigo?
>poooooooooooorra.mp3
>o moleque ja tinha catado duas e agora ia catar a ruiva
>tive vontade de mandar ela se fuder, mas ele era meu brother, não podia prejudicar ele
>nenhuma depósito ficaria entre nós
>não deu nem 10 minutos do momento que disse o nome dele pra ela e ela ja tava agarrada nele
>a ruiva chupava a língua dele como se fosse o último picolé do verão
>avisto uma depósito 9/10 dançando sozinha
>penso em me aproximar, mas antes que eu chegue a ruiva puxa ela e põe na roda com o Maicão
>ja não entendia mais nada
>eu sempre pegava as depósitos +/10 do que ele e agora ele tava numa orgia de bocas e eu sem nada
>começo a beber
>realizo que ta na hora de baixar as expectativas
>avisto uma ananzinha 5/5 escorada no balcão
>me aproximo dela e pergunto se o pai dela era padeiro
>ela pergunta se era pq ela era um sonho
>eu digo que era pq eu queria comer a rosca dela
>sério que anã rabuda do carai
>a anã me dá um tapão e sai de perto
>vsf que festa merda do carai
>comecei a beber descontroladamente pra compensar a frustração
>dou em cima da garçonete
>a garçonete era uma trans
>ela me esnoba e vai embora
>vômito.rar
>caraio nem a mulher com rola me quis
>decido que hoje não é meu dia e que ta na hora de voltar pra casa
>procuro o Maicão pra ir embora cmg
>vejo ele entrando no carro com duas 1,5 depósitos
>pensei que ele tivesse indo pra um motel ou algo do tipo
>ele tava de mãos dadas com a ruiva e com a anã 5/5
>a ruiva olha pra mim, da uma risada e depois um xauzinho
>caraio que raiva daquela ruiva
>me esnobou e agora vai dar pro meu brother
>faço sinal pro Maicão que vou embora
>ele grita “Oklahoma”
>era nosso sinal secreto
>significava que ele ia realizar o ato de socação intra uterina e que eu não deveria incomoda-lo
>entendo o recado, dou meia volta e volto pra casa
>chegando em casa
>tudo girava por conta do álcool
>brinco um pouco com o o Visconde de Sabugosa até ele cuspir
>durmo
>no dia seguinte acordo com dor de cabeça, deitado no sofá
>percebo que tinham 537272717 chamadas não atendidas no meu celular
>todas do Maicão
>imagino todas as desgraças do mundo
>comeco a ligar de volta mas ele nao atende
>recebo uma ligação de um número desconhecido no meu celular
>é uma mulher
>ela ria descontroladamente
>disse que estava na festa o tempo todo me observando
>pergunta se a noite foi boa e se eu peguei alguém
>mando ela tomar no cu e digo que peguei a mãe dela
>ela racha o bico e diz que é impossível pq a mãe dela foi a primeira a pagar oq devia
>gelei na hora
>reconheci a voz
>era a Thais
>ela começa a contar seu plano do mal
>diz que foi parar num orfanato depois daquele episódio
>que apanhou muito da família onde foi parar mas a família era podre de rica
>a família produzia festas tipo o tomorrowland
>viajaram pra fora do país e levaram ela junto
>disse que por muito tempo quis se vingar mas a família não dava a foda
>dois meses atrás a família tinha morrido num acidente de carro e ela ficou como única herdeira
>ela pôs como meta de vida concluir a vingança que passou anos arquitetando
>disse que a festa foi planejada por ela
>que todas as depósitos da área vip foram contratadas por ela baseadas no meu tipo de mulher
>pergunta como me senti não pegando ngm e vendo o meu “amiguinho” catando todas
>respondo que a vingança dela era uma merda e que tava feliz pelo meu brother
>ela racha o bico e diz que a vingança dela não era me deixar sem pegar ngm
>ela queria se vingar dele por ele ter dedurado ela
>pergunto qual vingança há em encher a rola dele de depósito
>você verá - ela me disse
>desligo o espertofone e percebo que chegou uma mensagem do Maicão no oqueapp
>faz uma semana que o Maicão toma mais coquetel que o Amaury Jr.
pica relatada da mensagem
https://preview.redd.it/9o5g9y8ep3n51.jpg?width=1080&format=pjpg&auto=webp&s=3dbefd7c59d10e7b40b9168ddac79176762f8591
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2020.09.10 16:09 henrylore Najiyu Ep 7 - Nós vamos em busca de pistas! Ao trem! Yahoô

H: *olho volta pra cor normal
P: seu olho voltou ao normal
H: ... oq vc acha q ta acontecendo
P: eu nao tenho a mínima ideia
L: ...
Ne: a gente vai ter que ir pra naji
Ar: v-voce tá doida??? não lembra das missões que mandaram você pra lá? ou qualquer pessoa? ninguém voltou!
v-voce tem certeza???
Ne: não, mas é a única coisa q a gnt tem pra fazer
Ar: ... ferrou.
Ne: então, ponce ne?
P: sim
Ne: a gente precisa pegar uma arma pra você então venha escolher
P: ok!
H: Arthurzao? tá tudo bem?
Ar: *olhando fixamente pro corpo da Winry
... é
H: ta claramente vc n tá bem..
Ar: ...
H: quer conversar?
Ar: *fala sem parar de olhar pra cena
só se você jurar guardar segredo.
H: ...
**tempo depois
H: onde é aqui?
Ar: aqui é o bar do Christian, é um velho muito maneiro aqui da ordem
H: hmmmm
L: bem que eu tava com fome mesmo.
Ar: *abre a porta
Christian...
*surge um cara de dentro de uma cozinha, um cara velho, com um cabelo branco curto, e uma barba longa, sem o braço esquerdo, se apoia no balcão apenas com o único braço
Ch: (uma voz meio de um cara velho)
alô? ah, Arthur! oq houve? você sempre me grita meu caro.
Ar: rolou uma coisa meio ruim agora mesmo, a ordem inteira tá em alarme.
Ch: heh morreu alguém?
Ar: ...
Ch: ah.. Winry..
H: como você sabia?
Ch: ah, deixa que o Arthur te conta, eu tenho que fazer as bebidas
L: ce viu isso mano o cara não tem um braço
H: conta aí Arthurzao
Ar: hmmmmm
H: *bebe refri
Ar: mano... eu gostava de Winry e eu ia me declarar assim que as coisas se acalmassem e tal
mas eu acho que isso nao vai acontecer
H: *cospe um pouco de refri e olha pro Arthur
-'
**ali do lado na loja do ferreiro
Ne: *encostada na porta esperando a ponce
escolhe o que você mais acha que vai ser legal pra você
P: hmmmmmm
*olhando pra todas as armas 5 vezes
Ne: ...?
P: hmmmmm...
Ne: quer ajuda?
P: sério, eu não sei
Ne: tá, olha só
*olhando
espadas são pra pessoas que gostam de ir corpo a corpo, mas você tem que estar atenta a todos os lados pra se defender
lanças são pra pessoas que atacam de longe e de perto, são bem equilibradas
e arcos...
P: ARCO é isso eu quero um arco
Ne: horizontal ou vertical?
P: ... vertical
Ne: *tenta alcançar na última prateleira da oficina mas não alcança
...
P: fofinha
*segura a Nevaska e levanta um pouquinho
Ne: *pega o arco *entrega pra ponce
P: hmmmm
Ne: só não temos flechas, a gente vai ter que pedir pro ferreiro faze-
P: nao precisa!
eu dou meu jeito
Ne: mas é so-
P: a gente não tem tempo, vamos amiga
*segura a mão da nevaska e puxa ela pra fora da ferraria
Ne: que
**de novo no bar
H: ... MANO
Ar: ...
H: é mais pesado do q eu pensava...
Ch: *volta e coloca as coisas na mesa
ah que trabalho, heh
L: *colocando o braço pra dentro da camisa pra ficar sem um braço tbm
Ch: ... tá tudo bem aí menino? heh
L: hmmm, tudo bem
Ch: tá querendo ficar sem braço também? heheheh isso é engraçado
L: cara você não tem um braço como assim
Ch: ah querido eu perdi a muito tempo atrás né? tava numa batalha e o cara resolveu cortar ele fora, aí eu fiquei assim né
L: e aí você ficou sem?
Ch: e o que eu poderia fazer? não tem como eu colocar meu braço de volta, infelizmente eu ainda não sou um lego
hehehehehehehe
L: que maneiro!! e o que você fez com o braço
H: -'
Ch: ...heh o... que você quer que eu faça cara? heh
eu queria botar na porta do bar dando oi ali mas acho que seria muito macabro não? heheheh
L: ahuehee
mas isso atrapalha você?
Ch: nah depois eu acostumei! heh
so me atrapalha pra pegar as bebidas mas é tranquilo
L: quer ajuda aí?
Ch: claramente! heh vem ver minhas bebidas premiadas aqui
L: hmmmmm
*vai pra cozinha
H: cara... mas- você não acha que vai superar isso?
Ar: meh talvez
H: escuta aqui talvez a gente consiga achar algo para conversar com ela! tenho certeza de que ela tá feliz com você aqui
e ela ficaria ainda mais feliz se você fosse descobrir e prender o shibaru
Ar: ... você tem razão cara.
eu irei socar a cara desse shibaru
H: tu vem com a gente ?
Ar: não sei...
eu vou pro festival da música, então ajudo vocês lá na investigação
H: ai sim, eu curti
Ne: *abre a porta gente?
**no anoitecer
Ne, H, L, P e Ar: *olhando pra um túmulozinho escrito "Winry"
Ar: ...
H: *da dois tapinhas nas costas do Arthur
Ar: eu vou arrumar as coisas por aqui e logo sigo missão ok?
Ne: acha que consegue cuidar das coisas lá por mim?
Ar: claro, mestre.
Ne: hehe vai lá fica bem tá?
Ar: pode deixar
H, P e L: *com mochilas prontos pra partir
Ne: tão prontos
L: nunca nasci mais pronto
H: pera você nasceu quantas vezes?
P: tambem, quase morreu ali na pirâmide
L: aaaah qualé
Ne: ele não quase morreu gente
**começam a andar
H: como assim
Ne: quando a pessoa está hipnotizada, 80% do dano causado a ela vai pra versão dark dela
então o dano que o lusk tomou era reduzido
por isso que o bicho morreu antes dele
entenderam?
L: entao por isso tu deu um tempão ao invés de me ajudar?
Ne: sim eu sabia q você não ia morrer
H: oloco vc
**chegam numa estaçãozinha de trem
H: "MayGabi"
que isso
Ne: é pra onde a gente vai
*senta no banquinho
L: Esperemos.
Ne: olha só, tomem cuidado tem altos níveis de pessoas aqui que esquecem as coisas no trem
H: ué pq as pessoas esqueceriam as coisas aqui?
Ne: não sei mas tomem cuidado, não esqueçam nada
L: pode deixar
H: *ve o anoitecer
vocês também sentem algo familiar quando olham pras estrelas?
Ne: *olha pro henry
hm?
H: eu não sei eu sempre senti algo quando olhava pras estrelas
é bem... familiar
Ne: *dá um sorriso e olha pra ele
talvez sua infância tenha sido algo tão curioso quanto a vastidão do universo
amnésia infantil é algo comum da gente ter
e resquícios de memória causam...
sentimentos e tal
P: *olha pra Nevaska e olha pra baixo
H: ta tudo bem?
P: nah so lembrei da minha família, nada demais
H: ... quer conversar sobre
P: hmmmmm talvez mais tarde...
L: o trem tá vindo
**trem chegando e freiando la de longe
Ne: ... vamos?
*olha pra todos com um sorriso
H: ... vamos
**trem para
*Lusk entra primeiro
*Nevaska em segundo
*Ponce em terceiro
*Henry por último
Ne: hmmm é por ali
(o trem tem cabinezinhas tipo o trem de Hogwarts)
Ne: vamos dormir separados né?
L: claramente eu não iria querer dormir aqui com nenhum de vocês.
H: *senta na cabine e mexe nos bolsos
hmmm..
*puxa um dos papeizinhos daquelas páginas do diário de raposas
...
*olha fixamente pra página
L: *bate na parede que dá na cabine do Henry
aí, da pra ver a cachoeira q você caiu daqui
H: *olha e vê, atravessando um lago, em contraste com as nuvens escuras e estrelas, a cachoeira lá longe, e uma pequena silhueta de uma casinha, onde só se vê a luz da janela
H: ... eu prometo voltar... é sério
isso é só-
*olha pro lago e vê o reflexo do rostinho da ponce, do lusk e da nevaska nas janelas
...
por um bem maior
*pega a página e guarda no bolso
*deita na mesa e dorme
...
*tempo depois
**acorda com um barulho muito alto
H: ????
*levanta
*olha pra fora e vê o trem parado e um pouco de neblina
alô? gente o trem parou
...
*sem resposta, abre a porta
*olha aos arredores e não vê nada
*abre a cabine da ponce e da nevaska
*vê as 2 dormindo, a Nevaska babando de tanto dormir
vish ninguém acordou
*fecha a porta e vai até o maquinista
*abre a porta do maquinista e vê ele dormindo
ué...
*ouve um barulho lá atrás e olha
??(pessoa com capuz marrom escuro): *sai correndo da cabine da nevaska com uma mochila
H: EI *corre atrás da pessoa
*tenta alcançar a pessoa
??²(um cara com orelhas cinzas e olhos azuis escuro): *aparece na frente do Henry derrubando ele
H: que?? quem são vocês?
*levanta
??²: ah... só... ladrões de trem
H: essa mochila não é de voces, vocês sabem disso né?
??²: agora é, então vê se não enche o saco
H: *abre a porta da cabine do lusk
Lusk, lusk, lusk LUSKKK
??²: ele não vai acordar, a minha amiga aqui botou todo mundo pra dormir
*aponta pra ??¹
inclusive... eu ainda não sei por que você tá acordado
H: eu sou imune a ilusões
*puxa a espada
??²: filosófico
mas não é imune a mim
H: *cai no chão do nada
??²: *faz uma força de gravidade em cima dele empurrando ele pra baixo
você não consegue nem se levantar depois disso?
H: assim não né fi
*olha pra ??¹
*troca de lugar com ela
??²: °°
H: *tenta segurar o ??²
*aponta a espada pra ele
devolve o que tu roubou.
??²: *segura a mão do henry e lança uma rajada de choque nele
H: *leva o choque e perde a chance de atacar
??²: *empurra ele na parede e segura pelo pescoço
... hm gostei de você
*da um socão na cara dele
H: *apaga
**no dia seguinte
H: *acorda
hmmm.... *vê a mesa, tudo onde ele tava antes
foi só um sonho?
*olha pro lado e vê a mochila da Nevaska
....?
que
Ne: *abre a porta
finalmente tu acordou hein-
EI
Q Q A MINHA MOCHILA TA FAZENDO AQUI
EU TAVA DESESPERADA PROCURANDO ELA SEU SAFADO E VOCE PEGOU
H: eu não peguei nada aqui
Ne: o que você queria na minha mochila?
H: de noite, uns caras vieram aqui e roubaram umas coisas
Ne: conta outra, eu teria acordado
H: hmph...
L: VAMO ACORDAAAAA
NINGUEM GANHA DINHEURO NA CAMA JA QUE ESTAMOS EM TEMPOS MEDIEVAAAIS
P: bom dia
Ne: o trem já vai parar
**trem para
**todos descem e olham nos arredores, uma vila muito linda, cheia de estátuas, uma torre do relógio enorme, uma esfinge, e muitas casas extremamente bonitas (não é na areia)
H: onde estamos?
Ne: na vila da MayGabi
**entram na vila
H: ninguém desceu com a gente?
Ne: não são muitos dias que as pessoas vem aqui
experiência própria
H: mas aqui é tão lindo...
??³: oi?
*aparece na frente deles
bom dia sr (uma menina com duas mechas amarelas, e uma roupa vermelha)
??⁴: fala aí (um cara com moletom preto, e um cabelo preto, e olhos azuis[tô me orientando pela skin])
Li: meu nome é Lily sejam bem vindos a vila
Hb: e o meu nome é hbiujkbn
Li: marrapais já manda o nome inteiro?
L: MANO que maneiro
H: WOOOW
P: *olha pra Lily
hmmmmm...
No próximo episódio de Najiyu:
Najiyu Ep 8 A rainha dos gatinhos
🐈
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2020.09.06 07:38 Sasunaru1973 O fdp mais fdp do mundo

Roi,Luba,editores e possível convidado (provavelmente o Jean) tudo bom?Meu nome e Mariana e eu estava no 4 ano (do fundamental) os meninos da minha sala tinham uma brincadeira com a palavra PINTOr sabe?Eles faziam graça com isso todo santo dia e bom tem 3 meninas lésbicas na minha sala (são um trisal) e um serto dia um dos meninos da minha sala (vamos chamar ele de Jean pq fala alto e é gay👁️👄👁️👍) o "Jean" falou pra mim q os meninos ião chamar aquele trisal mais fofo do mundo de PINTOres até o final da aula,sempre fui contra homofóbia afinal sou lésbica ne meninas?;-;Elas chegaram de mãos dadas (fofo demais) e eles gritando (elas eram as únicas q n sabiam sobre essa piada pois eram pouco sociáveis) ai eu cheguei e parei um menino q falava isso e disse:"garoto ela n e PINTOra pois é menina e se ela gosta de meninas problema e dela" ele ficou calada e como era o "lider" do grupinho excroto eles tbm calarão,elas sairam da escola (nunca me arrependi 👁️👄👁️🔪)
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2020.08.24 03:06 zephrot Diário de uma queda

Meu primeiro conto senão me engano, 8 anos atrás, resolvi revisar e mudar ele, masss antes disso quis postar a versão antiga antes da nova surgir, acho que é o certo a se fazer, espero que você ache minimamente interessante. :)

"Você é puro? Livre de pecados? Pronto para estar perto do nosso e único Deus? Se sim, zephyr É seu lugar"

Essa frase foi lançada desde o dia 1 de zephyr, uma bela mentira lançada para encobrir uma cidade podre por dentro, o que supostamente seria um templo no céu se tornou o túmulo de muitos, fora da casa em que me encontro ouço os sons de tiros e gritos, resultados da revolta contra o profeta, o cheiro de sangue invade pela janela, a cada poucos segundos ouço gotas de sangue e gemidos vindo de Arthas, o desgraçado demora pra morrer.
Não que isso seja ruim, demorei 10 anos para encontrar e matar o filho da puta, e ainda não me sinto satisfeito, não depois do que fizeram com minha família.
Dizem que acordar com uma visão do céu e sinal de boa sorte… creio que se isso fosse verdade eu teria sorte por toda minha vida.
Crescer nas nuvens teve suas alegrias, momentos perfeitos naquela cidade utópica criada pelos ideais de um fanático, uma cidade livre de pecadores, livre de raças inferiores, ali nos estávamos perto de Deus e ele perto de nos. Zephyr era seu nome, a joia do céu, a cidade livre de pecados, sua historia de origem? Bom, a real historia eu fui descobrir depois de muito tempo, mas a versão que nos era contada por nossos pais era a seguinte:
"Décadas atrás, quando o mundo estava perdido em guerra, uma criança nasceu em meio ao caos, uma criança que viria a ser nosso profeta, aquele que fundou nossa joia, nossa Zephyr. Sua infância perdida em meio a violência, se fez homem cedo e buscou em Deus refugio, e nosso amado Deus não deixaria tal criança sofrer em vão, a essa mesma criança foram dadas visões, visões na quais se via Zephyr. já como jovem iniciou a busca pela terra prometida ate se dar conta de que ele seria aquele que iria construi-la. E assim ele achou a entidade, o espírito do oeste, aquele que nos mantém no ar"
Se você achou vago, não se assuste, ele fez de tudo para deixar a narrativa aceitável, talvez tenha falhado em deixar convincente porem mesmo assim todos aqueles em Zephyr eram fiéis ao seu profeta... Pelo menos ele assim pensava. A historia não esta totalmente errada, na época como criança eu mesmo acreditava e orava pelo profeta, mas me perdoem, eu era tolo, e como tolo eu errei.
Com amor: Donnie
O cotidiano da minha infância seguia uma rotina bem simples, durante a semana aulas do começo da manha ate o fim da tarde, sábado passeios ocasionais com colegas de classe, aos domingos sempre tínhamos a santa missa, a qual todos os moradores de Zephyr eram obrigados a ir, isso resume minha vida desde os 8 aos 15 anos, mas uma hora ou outra a realidade bate em nossa porta.
Dia 30 de julho sempre foi uma data especial em minha casa já que marcava tanto o casamento de meus pais quanto o aniversario de minha irmã, Angie, ela era a nossa luz de cada dia, não importava o que acontecesse ela sempre sorria, sempre nos alegrava. Meu nome é Donnie, junto com Angie e meus pais Magnus e Cristine nos éramos a família Carter, uma família até que bem respeitada em nossa cidade, meu pai sendo um conhecido arquiteto e minha mãe uma dona de casa muito conhecida por seus doces, éramos em geral uma família feliz que ate esse ponto não tinha sido tocada por aquilo que Zephyr escondia.
Nossa cidade tinha uma ligação com o mundo terrestre graças aos dirigíveis, e logo abaixo de Zephyr havia uma pequena ilha onde ficava um terminal de abastecimento para nossos meios de locomoção além de uma pequena praia onde famílias podiam ir visitar e passar uma tarde agradável na areia ou no mar, contudo esse era o limite que o Profeta nos deu, qualquer contado maior com o povo da superfície podia nos influenciar no caminho do pecado, entretanto não era incomum nossa pequena ilha no meio do mar ser visitada por pessoas de grandes países, que são em sua maioria cheios de cidades, as que mais ouvíamos falar quando crianças eram Nova Iorque, Londres, Paris, e de um pequeno pais chamado Cuba, também não era incomum pessoas de cor aparecem por lá, mas logo eram detidas, pois de acordo com o Profeta, Deus marcou os pecadores com cores e características diferentes das nossas para que assim não nos envolvêssemos com o tipo errado de amizade.
Agora que expliquei o que e como funcionava a ilha, voltemos ao ponto em que parei, naquele dia para comemorar seu aniversario Angie quis descer ate a praia, ela amava a agua, desde pequena não gostava quando nossa mãe a tirava da banheira, ela era uma criança tão pura, fazendo seus 12 anos naquele mesmo dia. Como era seu aniversario meus pais não tinham como dizer não, escolhemos o primeiro dirigível das 9 da manha e descemos ate a praia, um detalhe muito importante era a maneira como minha relação com Angie funcionava, não era a típica relação de irmãos onde sempre há brigas, nos sempre apoiamos um ao outro, não importasse o que fosse, era tudo tão lindo ao lado de minha irmã, nosso percurso no ar levou cerca de 10 minutos, a excitação dela era palpável no momento em que ela viu o mar, meus pais como sempre abraçados e sorrindo ao ver o sorriso em seu rosto, pode parecer que meus pais não me davam bola, mas aquele dia era deles e dela, e eu me contentava por vê-los felizes, isso era mais que suficiente para mim, ao desembarcar no hangar de pouso a primeira coisa em nosso campo de visão foram as lojas da ilhas, um verdadeiro parque de diversão para Angie, só não era o mesmo para o bolso do meu pai.
Nossa primeira parada foi o carrinho de sorvete, uma tradição de nossa família toda vez que íamos ate lá. Angie avistou um vestido florido cheio de cores numa loja próxima, creio que ao ver isso a carteira de meu pai já começou a se preparar, devo mencionar que nos não éramos pobres, mas também não ricos como os Lannis ou os Bariens, mas vivíamos bem só que meu pai era mão de vaca mesmo. Creio que não seja necessária uma descrição detalhada de nosso dia na praia, comemos um belo café da manha, meus pai ficaram na areia abraçados enquanto eu e minha irmã estávamos no mar, pouco depois almoçamos ali mesmo na areia, a única parte realmente relevante dessa tarde foi que o capitão da guarda de Zephyr estava por perto e veio nos cumprimentar, seu nome? Arthas Lannis, um membro de uma das famílias mais ricas de zephyr, aquele filha da puta, pode ter demorado mas ele teve o que mereceu. Quando começou a escurecer meus pais decidiram que já era hora de irmos, e assim pegamos o próximo dirigível de volta para nossa cidade nos céus.
Lembram do amor de minha irmã por rosas? Eu não podia deixar isso passar em branco, assim que chegamos em nossa casa, pedi ao meus pais se poderíamos dar uma volta enquanto eles descansavam (eu sabia que eles queriam um tempo a sós) então foi fácil convencer eles, assim que eles liberaram saímos de casa, queria leva-la aos jardim da ilha do cardeal, esse era o bairro onde os membros do culto do Profeta moravam, então tínhamos que entrar as escondidas, mas valia a pena, eu sabia qual seria a reação dela ao ver o mar de rosas vermelhas daquele jardim, atravessamos a ilha onde nosso bairro se encontrava e fomos pela ilha comercial chamada de Lazaro, caso esteja confuso entender nossa cidade era dividida em ilhas flutuantes interligadas por bondinhos ou pontes, existiam dezenas de ilhas com vários tamanhos e utilidades diferentes, mas a mais imponente de todas era a ilha do Iluminado, chamada assim já que seu único habitante era ninguém mais ninguém menos do que o Profeta, entretanto não era permitido perambular perto daquela ilha, e isso nem mesmo eu ousava desobedecer, ao chegar na ponto que ligava Lazaro com Cardeal, tomamos cuidado para que ninguém nos visse e assim adentramos a ilha, ao passar pelo portao rodeado de madressilvas, logo ali na nossa frente, estava o que prometi a Angie, o mar de rosas mais lindo que jamais fora visto, lhe avisei que podia pegar apenas uma rosa para levar de lembrança, ela escolheu uma linda rosa vermelha bem gorda e sem nenhuma mancha. Ali estava ela, em pleno êxtase de animação ao segurar rosa em suas mãos, contudo, a realidade sempre bate em nossa porta não e mesmo? E foi assim que ela bateu na nossa. Um grito não muito longe de onde estávamos no alertou de que algo estava errado, puxei minha irmã pela manga e fui o mais rápido e silencioso possível em direção, esse foi meu primeiro erro, e paguei caro por ele, sem perceber acabei nos levando em direção do grito, ao chegar na intersecção das ilhas, bem em frente da ponte havias uma figura escura mesmo sendo iluminada por um poste, atrás dele um pouco retorcida havia uma criança chorando baixo, três homens carregando armas surgiram na frente do homem escuro, que mais tarde soube que na verdade ele era um afro descendente, o mais chamativo dos três homens que surgiram ira o conhecido Arthas Lannis.
Arrastei Angie comigo para trás de um banco perto da ponte, pensei que fosse ser possível esperar ali ate o que quer que fosse acontecer ali acabasse, esse foi meu segundo erro, mesmo de não muito perto pude ouvir a conversa entre eles:
– Por favor, minha filha e inocente, deixa-a ir – o tom de suplica em sua voz pegou de surpresa.
– A deixar ir? Ela carrega sua cor, a cor de um pecador, pelo bem de Zephyr não posso permitir esse tipo de gente em nossa cidade – quem falou isso? O capitão Arthas em pessoa, cuja frieza soava cortante.
– Meu Deus, protegei seu servo.. – antes dele prosseguir Arthas o acertou com uma coronhada.
– Quem você pensa que e para pronunciar o nome de Deus em vão? Raça imunda – uma segunda coronhada, dessa vez a menina começou a chorar de verdade. – Vão para o inferno, lugar onde o resto da sua raça te encontrara em breve. Guardas..
– Porque? – tanto eu e os guardas não sabiam em que reparar, na pergunta, ou na pessoa que a fez – Porque fazer isso com eles? Ele só esta protegendo ela – lá estava Angie, segurando sua rosa com ambas as mãos na espera de uma resposta;
Arthas foi quem se recuperou antes e disse:
– Vá para casa pequena, você não tem nada a ver isso – não havia cortesia em sua voz, aquilo tinha sido uma ameaça velada, infelizmente Angie não recuou, pelo contrario, enfrentou novamente o capitão se pondo na frente do homem escuro. – bom você não me deixa escolha criança – não havia hesitação em sua voz, ele nem sequer sentiu qualquer remorso – Guardas – lá estava eu paralisado, tanto por medo quanto pela própria cena em si – Apontar – minha voz não saia, nada que eu falasse ou tentasse pelo menos fazia, eu fiquei lá, parado, sem a mínima reação, esse foi meu terceiro erro, nesse meio termo, minha irmã com suas mãozinhas delicadas encaixou sua linda rosa no cano da arma do capitão, e mesmo assim, mesmo diante dessa cena não houve um brilho sequer de piedade em seus olhos, naquela horas eles estavam mais escuros do que nunca – Fogo.
Eu gritei, ao som do comando de Arthas eu gritei, mas voz nenhuma saiu, tudo o que consegui ver, foram pétalas queimadas daquela linda rosa boiando em um pequeno mar de sangue.
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2020.08.21 20:13 FreshhhMeat Dúvida sobre um livro que não consigo me lembrar o nome.

Boa tarde gente, tudo bem com vocês?
Sou meio novo aqui no Reddit, mas acho que é o único lugar onde vou conseguir descobrir o nome desse livro.
Pelo o que me lembro, a história desse livro se passa no passado e conta sobre uma menina/mulher que sempre que ela morre acaba voltando no tempo, para a infância dela se eu não me engano, parece que ela consegue manter todas as memórias das "outras vidas". Assim sempre que ela morre e volta, consegue fazer coisas grandiosas / viver experiências únicas, como por exemplo:liderar uma nação, acabar com o nazismo, etc...
Eu ia comprar este livro mas estava sem o cartão no momento. :C Se puderem me ajudar ficarei muito grato! Obrigado.
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2020.08.13 05:22 Na4te Enfim, apenas uma história que me marcou

Bom, eu tô afim de ouvir a opinião das pessoas a respeito desse acontecimento marcante na minha vida.
Diga oque você acha e oque talvez eu deveria ter feito.
É bom avisar q falo a respeito de sentimentos aqui, ADOLESCÊNCIA sabe como é né.
E como eu tenho vergonha de falar isso ao meus mais próximos eu conto a vocês.
Eu sempre fui uma pessoa avessa a relacionamentos, achava q nunca ia namorar ou me casar, Mas uma única pessoa me fez desejar isso.
Aos 8 anos de idade conheci uma garota que tinha tudo pra ser uma simples menina, apenas alguém que eu realmente esqueceria no futuro. Era uma menina beeem tímida e falava baixo, o único contato que tive com ela nesse ano foi apenas de ler e um texto junto com ela e nada mais.
Aos 10 anos reencontrei com ela novamente, porém nada de interessante ocorreu então, vamos pular alguns anos.
Depois de ter mudado de cidade e retornar aos 14, entrei em uma escola que nem queria por causa do meu primo, mas acabei gostando e por lá fiquei. A mesma garota estava lá nessa escola, continuava circunspecta e misteriosa. De vez em quando eu e ela trocávamos algumas palavras, mas nada de demais não chegavam nem a ser uma conversa.
Porém mais pro final do ano eu comecei a reparar muito bem nela, observava a maneira dela der ser oque me causou uma curiosidade.
Eu reparava que as vezes ela ficava me olhando discretamente, mas acho q era pq ela se sentia desconfortavel pelo fato de eu estar observando as vezes.( nada doentio)
Mas havia algo q só pensei depois, por exemplo, reparei que quando as pessoas apresentavam um trabalho ela normalmente não ligava, e ficava distraída com alguma coisa, mas quando eu ia apresentar ela prestava a atenção em mim, SÓ em mim.
Um ano depois aos 15, pouco depois das férias de julho.(agora que a merda aconteceu) Eu a vi sentada sozinha e fui falar com ela, afinal, eu a conhecia há anos e nem fazia ideia de quem ela era, só sabia o nome apenas. Conversamos durante umas 2h seguidas, com um papo muito irado que com certeza iria durar mais se tivéssemos tempo. Foi aí que eu reparei que todo aquele tempo havia uma garota incrível ali perto e nunca tinha "notado".
Eu senti algo que nunca havia sentido antes (paixão), eu passei a adimira-la apenas quando eu realmente descobri quem era aquela garota dos cabelos escuros e silenciosa.
Para a minha decepção, um amigo meu me disse " Eu quero tentar algo com a xxxxxxx!", e oque eu fiz? Nada! Apenas disse " Tenta! Ela é interessante." Eu notava uma possível reciprocidade( não sei se foi coisa da minha cabeça ), ela puxava assunto comigo coisa q não era comum dela fazer com outras pessoas, tinha uma coisa q eu fazia q ela odiava, mas relevava. Por vezes esse meu amigo estava tentando conversar com ela, mas não seu por que ele não conseguia, ela simplesmente ignorava ele e começava a conversar comigo.
(Esse meu amigo não sabe disso até hj)
E por fim, para não acabar com o "esquema" dele, eu me afastei dela com pesar no coração, mas me afastei. Acho q ela percebeu a minha distância e também resolveu deixar isso quieto. Mas o problema é que eu ainda continuava gostando dela, pra caralho. Observei que as vezes esse meu amigo tentava se aproximar, mas ela sempre recuava coisa q comigo não acontecia.
Também coloco parte dessa culpa em mim, afinal, se eu tivesse dito a ele oque queria talvez isso não teria acontecido , e também sempre fui muito tímido e reservado oq fez eu não falar nada pra ela oque realmente sentia.
Na verdade, acho q a culpa é toda minha!
Enfim, no final esse meu amigo desistiu dela e foi "caçar" outra pessoa, mas aí já era tarde demais pra mim. Eu não queria sair como o fura olho nem nada do tipo.
Quando ele já não queria mais nada, acho q ela já não sentia algo por mim ( se é que já chegou a sentir). Daí pra frente foi só ladeira a baixo, descobri coisas que me magoaram MUITO, acho q não é legal entrar em detalhes. E aos meus 16 anos minha mente e meus sentimentos estavam fodidos, e foi aí que eu saí daquela escola por motivos de trabalho mesmo, se não eu teria ficado. Mas algo que me atormentou bastante é que pouco tempo depois q eu saí eu vi ela colocando relacionamento sério com um garoto no Facebook, até hj não sei se foi brincadeira dos dois ou se foi real, mas aquilo doeu MUITO.
Hoje já se passaram mais de 1 ano e 2 meses que nem sequer vejo ela(por sorte ou por azar), mas eu ainda gosto dela, me sinto um otário por isso pq a maioria das pessoas q eu conheço supera algo do tipo em 3 meses ou no máximo 5.
Se tiver se perguntando, é... ela já sabe oque eu sentia , um boca aberta falou. Ela soube em fevereiro, desde então nem mensagem eu mandei mais.
Eu não sinto raiva dela, muito menos desse meu amigo. O único q eu realmente tive raiva foi de mim mesmo.
(Eu não me apaixonei por ela com apenas uma conversa, foram várias.) É bom dizer esse detalhe
Enfim, se você leu até aqui, caso queria opinar ou me dar um conselho fique a vontade. ;)
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2020.08.11 02:28 Matilde_pinto22 O dia em que fui expulsa "por causa do Luba"

Oi luba e toda a gente que estiver com o Luba, Bem hoje eu vou contar a história de como eu fui expulsa de casa "por causa do Luba".
O meu nome é Alice e tenho 14 anos. Bem em um dia eu e o meu irmão mais novo fomos passar as férias na casa do meu pai, tudo correu normal a viagem correu bem e não tivemos nenhuma discussão pelo caminho(normalmente eu e o meu pai discutimos muito), eu não estava nem um pouco feliz em ir de férias com ele, porque o meu pai é aquele tipo de pessoa que parece que ainda vive nos tempos dos antigos, machista, racista, homofóbico... Bem eu uns 3 dias depois estava na sala a ver o Luba na Televisão, Foi quando o meu pai entrou e quando viu que o que eu estava a ver ficou furioso(ele sabe que o Luba é gay), ele começou a dizer que gente como ele ia arder no inferno e que nem deveriam existir, naquele momento não liguei e ignorei-o, mas em seguida ele disse "ai de mim ter um filho homssexual que nojo que eu teria". eu levantei e disse "pai podes por favor parar com as tuas merdas, pelo amor de Deus estamos em 2020, isso é uma coisa normal". No momento ele não entendeu porque fiquei tão chateada e perguntou o que eu queria dizer com aquilo, Eu disse-lhe que eu era Polissexual e que estava a namorar com um rapaz e uma menina. Ele bateu na minha cara e disse "estou muito desiludido contigo" e foi embora para o meu quarto, eu comecei a chorar muito e alguns minutos depois ele apareceu com a minha mala cheia de roupas e com algum dinheiro para eu pagar o bilhete de autocarro(ônibus) e com o meu irmão a chorar desesperado eu disse que depois das férias ele e eu estavamos juntos outra vez e que não precisava preocuoar-se comigo que eu estava bem. Quando eu comprei o bilhete para ir para casa eu liguei á minha mãe desesperada a pedir para me deixar ficar com ela e com o meu padrasto e expliquei-lhe o que tinha acontecido, cheguei a casa muito triste por o meu pai ter feito aquilo. Desde esse dia eu não falo com ele (já passaram 3 anos) mas a minha mãe, o meu padrasto e os meus irmãos sempre me apoiaram e orgulhavam-se muito de mim eu estava muito feliz e percebi que não precisava de um pai como ele para ser feliz, mas semana passada ele contactou-me, ele descobriu que eu ganhei uma competição de corridas de cavalos e ganhei 10.000 euros(deve ter falado com a minha prima que era a única com eu falava da família da parte paterna) e pediu desculpa. Eu disse"Desculpa António mas tu já não és o meu pai, tu deixas-te de o ser quando me expulsas-te da tua casa" Ele ficou muito revoltado e começou agritar comigo dizendo coisas como"eu sou teu pai divias partilhar o que tu ganhas comigo" Ou "se eu não receber pelo menos 6.000 euros podes cortar os laços familiares com a minha família".eu disse que já o tinha feito á muito e que ele nunca iria receber um tostão que seja meu. Também deixei bem claro "estou muito feliz agora sem ti, o Afonso(meu padrasto) é um pai incrível sabias muito melhor do que tu alguma vez foste, então por favor diz aos meus avós que os amo muito e se quiserem falar comigo que me liguem mas a ti eu não te devo nada" Eu continuo a falar com a minha prima e os meus avós mas os meus tios recusam falar comigo. Eu nunca mais falei com ele, mas também nunca estive tão feliz como estou agora.
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2020.08.09 23:31 YatoToshiro Fate/Gensokyo #53 Jeanne d'Arc (Fate/Apocrypha)


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«Bondade, Humildade, Honestidade, Pureza, Fé - o coração de Donzela carregava apenas estas coisas e nada mais." »
«Tudo o que os homens chamam de grande, procure em Joana d'Arc, e aí você encontrará. »
(Mark Twain em "Lembranças pessoais de Jeanne d'Arc, Volume 2")
O verdadeiro nome do governante é Jeanne d'Arc, a Santa de Orleans. Um santo católico nascido em Domrémy, França, e a heroína da França que libertou Orléans na Guerra dos Cem Anos.
Life
Jeanne d'Arc era filha de um fazendeiro comum. Ela afirma que recebeu o comando de Deus para lutar. Ela ouviu o lamento do Senhor de que o mundo mudou direto para o inferno. O Senhor chorou de tristeza porque ninguém podia impedir e as pessoas nem mesmo tinham permissão para viver com simplicidade e eram compelidas a se tornarem animais ou comida. O conflito nunca terminou, e o sangue continuou a chover incessantemente e encharcar a terra. Ela recebeu uma revelação do Senhor, a voz não continha glória ou vitória, nenhuma obrigação ou senso de propósito, mas apenas o Senhor lamenta. Ela pegou seus murmúrios pequenos e débeis que todos os outros não conseguiam ouvir.
Ela respondeu jogando fora sua vida como uma simples aldeã e a alegria de amar alguém e ser amada de volta. Além disso, não haveria compensação. Ela sabia que certamente seria desprezada pelas massas de inimigos e aliados, considerando suas crenças nas diretrizes da Igreja para o comportamento adequado das mulheres. Era algo muito assustador de se contemplar. Foi uma loucura para uma mera garota da aldeia do campo saltar para o campo de batalha onde a intenção de matar das pessoas girava. Ela não deu as costas aos clamores do Senhor. Ela decidiu devotar sua vida para se opor ao inferno deste mundo para ajudar a parar as lágrimas do Senhor e acalmá-lo. Ela vestiu sua armadura em seu corpo, pendurou uma espada em sua cintura e carregou a bandeira. Ela lutou ao lado de Gilles de Rais.
Tendo nascido em uma família de camponeses, Jeanne nunca soube o conteúdo dos muitos livros de oração. Ela se esforçou para aprendê-los, mas parece que simplesmente nasceu incapaz de ler ou escrever. O máximo que ela conseguiu foi aprender a assinar seu nome. Enquanto se preocupava com isso, no final, ela decidiu que precisava de um pouco mais para orar ao Senhor. Como ela se lembra, um de seus camaradas que cavalgava ao lado dela, Gilles, uma vez riu e prometeu que isso era mais do que suficiente.
Dizem que na realidade tudo o que aconteceu foi que ela usou táticas que os cavaleiros da época não usavam por desdém e honra. Mikiya Kokutou acredita que ela utilizou a Força Contrária em seus atos.
Jeanne e Gilles foram condecorados como salvadores e heróis nacionais pelo rei Carlos na catedral com a melodia de Ars Nova tocando ao fundo.
Death
Jeanne foi condenada à morte na Place du Vieux-Marché em Rouen. Desprezada por palavras de condenação ao ser conduzida para a pira e sentindo-se apenas um pouco dolorida ao suportá-la, ela já havia abandonado emoções como medo, decepção e arrependimento desde o início de suas batalhas, então ela foi capaz de caminhar em sua direção morte sem vacilar em seus passos. Enquanto ela inconscientemente alcançava a cruz que estava em seu peito até que eles a tirassem dela, ela sentiu um pouco de tristeza porque não havia nada para sustentar seu coração. Pouco depois, ela recebeu uma cruz de madeira feita por um inglês que a reverenciava, agradecendo-lhe baixinho enquanto ele se ajoelhava e chorava. Suas mãos foram amarradas a uma estaca de madeira atrás dela, e o padre presente completou a recitação de seu julgamento final antes de jogar a tocha sobre a pira. Como eles acreditavam que a perda da carne era o maior dos medos, era o castigo mais cruel que poderia ser imposto a ela.
As chamas começaram a queimar sua pele, queimar sua carne e carbonizar seus ossos, enquanto ela falava o nome do Senhor e da Santa Mãe contra aqueles que denunciavam suas orações como apenas uma mentira. Ela só conseguia estranhar esses pensamentos, acreditando que as orações nada mais são do que orações, não importa a quem sejam oradas, que não trazem verdades ou falsidades intrínsecas. Embora ela quisesse contar a eles sobre o pensamento, ela foi incapaz de produzir qualquer som. Enquanto queimava, ela teve visões de seu passado, sua família comum em sua aldeia rústica e ela mesma, "a tola que fugiu e jogou tudo isso de lado". Tendo sabido desde o início como sua jornada terminaria, ela sentiu que certamente pode ter sido tola em suas ações, que ela pode ter levado uma vida normal, se casado e vivido junto com seu marido e filho.
Se ela simplesmente tivesse silenciado a voz e abandonado os soldados em lamento, ela poderia ter tido aquela vida, mas sentiu que não foi um erro ter trilhado seu caminho por causa daqueles que ela salvou. Ela soube desde o momento em que escolheu entrar na batalha que teria esse fim, e ela sentiu que nunca iria zombar de si mesma por suas escolhas. Seu passado, futuros impossíveis e a realidade cruel diante dela não tinham sentido antes de suas orações, oferecendo a si mesma que, mesmo que todos os outros a condenassem, ela não se trairia. Em vez de continuar olhando para trás em seu caminho ou ansiar por outro futuro, ela desejava apenas um descanso silencioso. Em meio à selvageria, ela manteve apenas uma única oração em seu coração até o fim, sem mácula de arrependimento e cheia de sinceridade. Quando ela disse suas palavras finais, "... Ó Senhor, eu me entrego a Ti ...", sua consciência terminou e ela foi liberada de seu sofrimento. Embora o sonho da menina tenha terminado aí, "o sonho de La Pucelle estava apenas começando".
Sua morte fez com que Gilles de Rais enlouquecesse, virasse as costas para Deus para praticar magia negra e cometesse atrocidades antes de ser capturado e enforcado até a morte.
Fate/Grand Order
Orleans: The Wicked Dragon Hundred Years War
" Meu Senhor. Mais uma vez, levantarei esta bandeira, para este país - não, a salvação deste mundo.
A ordem explodiu em chamas e muitos objetivos foram perdidos. Nosso futuro desapareceu em apenas um segundo.
Ouça minhas palavras, bravos guerreiros reunidos aqui, legião de espíritos heróicos que mantêm sua razão!
Não importa se vocês foram inimigos jurados ou não importa a distância entre os períodos de tempo, agora vocês devem confiar um ao outro!
Meu nome verdadeiro é Jeanne d'Arc. Em nome de meu senhor, serei seu escudo!
Esta luta perdurou por muito tempo nas areias da história humana.
Mas não há necessidade de se preocupar, pois encontros fatídicos incontáveis esperam por você.
Embora todo este planeta tenha se tornado o campo de batalha da Guerra do Santo Graal, embora o mundo tenha sido levado à ruína, embora inúmeros inimigos formidáveis bloqueiem seu caminho, o fim ainda não foi determinado por ninguém.
Agora, vamos começar nossa luta, Mestre.
As cortinas se erguem na maior Guerra do Santo Graal da história. »
(Jeanne D'Arc)
Ela é a personagem central da singularidade de Orleans, onde deve enfrentar Jeanne Alter, sua forma corrompida nascida do desejo de Gilles de Rais ao Santo Graal, para vingar sua morte. Jeanne é convocada à singularidade logo após sua morte, embora ela esteja enfraquecida e possua as habilidades atribuídas à classe do Governante. Como resultado das ações de Jeanne Alter, ela é temida e desconfiada por grande parte da população francesa.
Jeanne conhece Ritsuka e Mash quando eles seguem um bando de soldados franceses até Vaucouleurs, onde ela os ajuda a lutar contra os wyverns. Depois, ela conta ao par sobre suas circunstâncias, e depois de concordar em ajudar a restaurar a era, ela decide reunir informações sobre Orleans. No dia seguinte, o grupo viaja para La Charite para reunir informações sobre Orleans, mas eles descobrem que a cidade foi destruída por monstros. Depois de matar os monstros, ela e os outros encontram Jeanne Alter, que envia Carmilla e Vlad III para matá-la. Enquanto o grupo consegue derrotar os vampiros, Jeanne Alter envia mais três de seus Servos para eles. Felizmente, Jeanne e os outros são salvos pela intervenção de Marie e Mozart, que ajudam o grupo a escapar. Depois de escapar, Jeanne fala com os outros sobre como todos os Servos de Jeanne Alter têm o Melhoramento da Loucura, independentemente de sua origem, que Romani atribui ao Graal. Jeanne então teoriza que a razão pela qual Marie e Mozart foram convocados é devido ao Graal resistir à reversão da causalidade de ter um portador antes mesmo de a Guerra do Graal começar. Mais tarde naquela noite, após derrotar Santa Marta, o grupo é instruído por ela a ir para Lyon, onde encontrarão um matador de dragões que pode matar o dragão de Jeanne Alter.
No dia seguinte, Marie reúne informações sobre Lyon em uma cidade próxima, enquanto os outros esperam do lado de fora, já que a presença de Jeanne vai aterrorizar os cidadãos. Marie relata que Lyon foi destruído há um tempo, mas apesar disso eles decidem ir à cidade para procurar o matador de dragões. Enquanto procurava pela cidade, Jeanne e outros eventualmente encontram e matam O Fantasma da Ópera. Romani então os avisa sobre um dragão e três Servos vindo em sua direção, mas Jeanne e os outros decidem continuar sua busca pelo matador de dragões. Chegando ao castelo da cidade onde Romani conseguiu uma leitura de um Servo, o grupo encontra o matador de dragões, Siegfried. Saindo do castelo, eles encontram Jeanne Alter e seu dragão, Fafnir, que recebe a ordem de queimá-los. Jeanne e Mash são capazes de proteger a todos das chamas do dragão, então escapam quando o Balmung de Siegfried faz com que Fafnir recue. Enquanto escapam, eles encontram um exército francês sendo atacado por wyverns; Jeanne passa a defender os soldados dos wyverns enquanto os outros lutam contra Sanson e Lancelot. Enquanto lutava contra os wyverns, Jeanne encontra Carmilla, que a insulta por ser temida agora como a "Bruxa do Dragão", mas Jeanne não vacila. Eventualmente, Gilles chega para atacar os wyverns com sua artilharia, dando a Jeanne a chance de atacar Carmilla. Enquanto Carmilla se retira com Sanson, Jeanne é atacada por Lancelot, que a confunde com o Rei Arthur. Depois de se desculpar com Lancelot por não ser seu rei após sua derrota, Jeanne é interrompida por Gilles, que pergunta se ela é a verdadeira Jeanne. Recusando-se a não responder para não colocar em risco sua posição, ela sai com os outros.
Chegando a um forte abandonado, Jeanne e os outros descobrem por Siegfried que ele foi amaldiçoado. Mas, como Jeanne não consegue remover as maldições devido à sua multiplicidade, ela e os outros se separam para procurar um santo para ajudar a remover as maldições. Viajando com Marie, Marie diz a Jeanne para rejeitar todas as palavras desdenhosas de Jeanne Alter, o que ajuda a dissipar algumas das dúvidas de Jeanne sobre si mesma. Eventualmente, chega a uma cidade sob a proteção de Georgios. Jeanne e Marie tentam recrutá-lo, mas ele responde que não pode sair até que os cidadãos da cidade sejam evacuados. No entanto, quando Jeanne Alter chega para atacar a cidade, Marie fica para trás para proteger a cidade enquanto Jeanne e Georgios fogem. Encontrando-se com os outros em Thiers, Jeanne conta a todos sobre o sacrifício de Marie, então ela e Georgios suspendem as maldições de Siegfried. Mais tarde naquela noite, ela tem uma conversa com Mozart sobre Marie, onde Mozart diz a ela que o desejo de Marie por uma amiga foi realizado graças a ela. Jeanne termina a conversa afirmando a Mozart que salvará a França em homenagem a Maria.
No dia seguinte, o grupo decide com um ataque frontal a Orleans com Jeanne decidindo confrontar Jeanne Alter ela mesma. Mais tarde no campo de batalha, Jeanne confronta Jeanne Alter enquanto os outros lidam com os servos de Fafnir e Jeanne Alter. Jeanne Alter logo se retira, devido à morte de Fafnir, de volta para Orleans com Jeanne e os outros dando a perseguição. Matando Atalanta ao longo do caminho, ela e os outros chegam ao palácio de Orleans, onde ela pergunta a Gilles (Caster) se Jeanne Alter é a "real" dela, mas sua resposta resulta em uma briga quando ela afirma que enfrentará seu eu sombrio . Então, enquanto Elizabeth e Kiyohime seguram Gilles, Jeanne vai enfrentar Jeanne Alter, onde ela termina vitoriosa sobre seu eu sombrio. No entanto, Gilles revela que criou Jeanne Alter com o Santo Graal para criar uma Jeanne que buscava vingança na França. No entanto, Jeanne afirma a ele que ela nunca poderia ser a "Bruxa do Dragão", pois mesmo com seu fim trágico ela nunca poderia odiar sua terra natal. Depois de confirmar que ele odiaria e destruiria a França por executá-la, Jeanne e os outros lutam e o derrotam. Quando Gilles morre, ela o agradece por acreditar nela e diz que não se arrepende de sua vida. Então, quando a singularidade começa a entrar em colapso, ela diz a Gilles que embora ela tenha morrido e ele chorado, ela está confiante de que eles lutarão juntos novamente de uma maneira e forma diferentes. Depois disso, Jeanne diz goobye para Ritsuka e Mash, sentindo que eles podem se encontrar novamente.
Fate/Extella
Jeanne é uma personagem jogável em Extella, servindo no grupo de Altera ao lado de Gilgamesh e Iskandar. Jeanne é uma "Servidora Superior" convocada pela Célula da Lua para defendê-la da Estrela Umbral e é enviada para destruir Altera após a derrota de Iskander. Depois que ela e o intruso Gilgamesh são derrotados por Altera, ela jura lealdade a ela na tentativa de entendê-la e, finalmente, salvá-la.
Flame Poem
Jeanne lidera as forças de Altera contra Nero Claudius em Mare Origo, mas ela acaba sendo derrotada por Nero. Mais tarde, ela ajuda a defender Mare Carcer contra a força de Nero, mas é novamente derrotada.
Orchid Words
Jeanne ajuda Gilgamesh a defender Mare Origo contra a força de Tamamo, mas ela é derrotada por Tamamo.
Dawn
Jeanne invade Mare Carcer para derrotar Altera sob as ordens de Moon Cell. Altera se oferece para deixá-la se juntar a ela, mas Jeanne a rejeita. Ela então luta contra Altera, usando seus poderes como governante para selar Altera para sempre. No entanto, Gilgamesh aparece de repente e interrompe sua batalha com o Portão de Bablyon. Jeanne chocada que ele veio para o Zero Dark sem ser convocado, achando isso impossível até mesmo para um Top Servant. Ela fica ainda mais chocada quando Altera deduz a identidade de Gilgamesh. Depois que Gilgamesh decide se juntar a Altera, Jeanne pergunta por que ele ajudaria Velber. Ele a deixa pensando se deve seguir seu dever para com a Célula Lunar ou suas próprias paixões. Jeanne mais tarde se junta a Altera e ajuda a lutar contra as forças de Tamamo no Mae em Mare Origo.
Poucos dias depois, Jeanne, acompanhada por Iskandar, ajuda Altera a conquistar o Mare Aurum. Após a batalha, Altera percebe que Nero lançou um ataque a Mare Carcer enquanto ela se distraia com Gawain, e convoca Iskandar e Jeanne de volta. Ela ordena que destruam todos os programas inimigos em Zero Dark enquanto ela ataca as forças principais de Nero em Mare Carcer.
Golden Poem
Jeanne e Gilgamesh ajudam Iskandar a lutar contra as forças de Nero no Mare Origo, mas ambos são derrotados. Mais tarde, enquanto Gilgamesh observa a luta de Nero e Iskandar, ela pergunta se ela realmente pretende matar Hakuno junto com Nero se a batalha não o divertir. Ela então pergunta por que ele se juntou a Altera, já que ele não foi convocado por Moon Cell, então ela não consegue perceber uma razão para ele intervir com Velber. Gilgamesh acha que ela está brincando, mas ela insiste que não. Ele então explica como ele veio do Far Side após sentir um despertar no Zero Dark para intervir na batalha contra Sefar. Sentindo que a batalha contra Sefar chegará ao fim, ele se pergunta o que virá depois, já que nem ele nem Jeanne podem perceber. No dia seguinte, Jeanne e Gilgamesh ajudam a defender Mare Carcer, mas são derrotados novamente.
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2020.08.05 23:22 Jubbbsss COMO COMECEI A NAMORAR A NAMORADA DO MEU EX FICANTE

Olá gente, Luba, gatos, Fodrigo Raro, Matheus e etc. Essa história é um pouco loga, mas sempre que conto pra alguém eles acham daora, então aí vai. Então, vim aqui contar pra vocês a história de como comecei a namorar a namorada do meu ex ficante. A três anos atrás, comecei a conversar com um menino, vamos supor que o nome dele é Fábio, papo vai, papo vem, marcamos de nós encontrar. Minha amiga conhecia ele (Eles frequentavam a mesma igreja) e quando falei pra ela que estava conversando com ele, ela me disse que ele namorava tinha uns três anos. Aí tá. Ele não comentou nada comigo, então deixei para ver quando ele ia me contar. ( Aé, observação: Ele não postava foto com a namorada, e os comentários das postagens dele sempre estavam desativados. ) A gente marcou de se ver, em um shopping aqui da cidade, assim que vi ele, olhei direto para a mão, sem aliança, okay, vai que ele terminou? A gente ficou conversando, mas não rolou nada demais, até por que ainda estávamos "nos conhecendo melhor". No dia seguinte, quando acordei, ele tinha me mandado mensagem, falando que tinha gostado muito da noite e tudo mais. Falei que gostei também, e ele sugeriu que a gente se encontrasse de novo. Até aí tudo bem, talvez ele só quisesse amizade né? E foi isso por uns dois ou três meses. Quando marcamos de nós encontrar, éramos praticamente melhores amigos, até que na metade do rolê ele me beijou, e a gente acabou ficando. ( Ele nunca disse que namorava, e minha amiga disse que os dois provavelmente tinham terminado, até por que a mina tinha apagado todas as fotos com ele) No dia seguinte, o marmanjo me manda mensagem falando que namorava, mas que não estava arrependido do que a gente fez ???? Ele me explicou o que estava acontecendo, disse que sua namorada estava agindo muito estranho, e suspeitava de que ela estava traindo ele. Por isso estava meio foda-se pra tudo ( Uau, não conversar com minha namorada, deixar o clima estranho e trair ela? Já quero ir, super beijo do Fábio, Muah! 😘) ( Por que afinal, era só um namoro de 3 anos né? Tá, vou parar de colocar parênteses toda hora.) E o acontecido acabou se repetindo 👉🏻👈🏻. Até que a gente decidiu parar com isso, em respeito a mina né. E viramos apenas amigos, sem mais nada. Aí, ele teve a cara de pau, de virar para mim e falar, "e se eu te apresentar a ela?" E eu disse: Ah por que não? E foi então que descobri que ela morava uma rua atrás da minha??? Ele foi pra casa dela, chamou ela e foram os dois pra minha casa, pra gente andar um pouco pelo bairro. E mano, que climão, eu não sabia o que falar. Até que uns dias depois daquela tragédia. Ela me mandou uma mensagem no Insta, mó aleatório. Me falando que ela já sabia de tudo, que o Fábio tinha contado pra ela. E que eles tinham terminado. E eu fiquei sem reação tá ligado. A mina morava na rua ao lado, ela sabia onde era minha casa, vai que a doida tenta fazer alguma coisa comigo. Ela falou que tava de boa, que na época ela tinha traído ele também (E minha única reação foi: Aonde eu me meti???). Ela disse que queria se encontrar comigo, pra gente conversar, ela me jurou que tava tudo bem, e eu, mó troxa, fui né. A gente marcou de ir em uma sorveteria aqui no nosso bairro, falei que eu podia passar na casa dela e a gente ia junto, mas ela me disse que não estava em casa, que estava na casa da tia, e que ia direto de lá. Tá, quando cheguei lá ela ainda não tinha aparecido, esperei por uns 10 minutos até que ela apareceu, fui cumprimentar e ela já foi loga me abraçando e me dando um beijo na bochecha, e eu fiquei como??? Papo vai, papo vem, ela me conta que na verdade, vem tentando arrumar pretexto pra terminar com o Fábio a muito tempo, só que ela nunca arrumava nada bom o suficiente, e que essa história foi o pretexto perfeito, ela disse que ele queria continuar com ela de qualquer maneira, e que até traição ele já tinha perdoado. (Gado demais) Ela me falou que só tinha ao que agradecer, e que ajudei ela pra caramba, aí fiquei curiosa, e perguntei, "mas por que tu tava querendo terminar com ele?" "Ah, ele era legal sabe, mas chega um momento que cansa, já tinha mais de três anos que estávamos juntos, eu gosto dele, mas não da mesma maneira que gostava a um tempo atrás, e não queria prender o menino, e tem outra coisa..." Aí que pensei, puts, ela tá com outro. E ela solta a bomba: "E estou tentando me assumir..." E eu lerda, "Se assumir?" "É que sou lésbica, mas minha minha família é homofóbica e tals, então né..." E depois daquele dia, conversávamos direto, até que ela me pediu em namoro, já tem uns dois anos que estamos juntas. E o Fábio, bom.. quando assumi meu namoro com a menina ele começou a me mandar umas mensagens meio escrotas e eu bloqueei ele, e desde então, nunca mais vi, graças a Deus. É isso aí, beijinhos de luz 🧚✨
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2020.07.30 20:24 SopaDeMolhoShoyu Vocês já deixaram de acompanhar algum YouTuber?

É natural que, atualmente, os YouTubers estejam em voga. Infelizmente, muitos dos criadores dessa plataforma tem um comportamento bastante tóxico, ou mesmo o próprio conteúdo se torna enjoativo para o espectador. Também existem casos de canais que mudam o foco e, por isso, deixam de agradar pessoas. Então, existem histórias de pessoas que deixaram de seguir YouTubers. Vou relembrar alguns casos aqui:
E quanto a vocês? Quais YouTubers vocês pararam de seguir?
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2020.07.29 20:42 AlvagorH Meus pais acham que eu sou gay

(Postei primeiro no desabafos, mas resolvi postar aqui também)
O relato pode ser um pouco longo, mas talvez seja engraçado (ou não).
Pois bem... senta que lá vem história.
Eu sou homem (ah vá), e desde sempre fui muito "sossegado". Não costumo ir pra festas, não bebo, não fumo. Sou bem caseiro e não sou de falar muito. Fui beijar uma menina pela primeira vez (e única desde então), aos 16, quase 17 (vou completar 21 muito em breve). Meus pais ficaram sabendo logo de cara, pois eu virei notícia na escola. O nerdão quieto e ranzinza da sala "pegando" a novinha da outra sala (ela era de um ano anterior ao que eu estava). Uma prima fofoqueira estudava na mesma sala que eu, então a notícia chegou em casa antes de mim.
Até então, eu nunca tinha notado nada de estranho nos meus pais. Eu notava alguns comentários homofóbicos deles as vezes, quando aparecia alguma notícia na televisão. "Ator famoso se declara gay", aí minha mãe "Nossa, que dó. Um homem tão bonito desses ser gay". Ou, no caso do meu pai "Eu tinha um professor que era bicha, mas era muito competente ensinando". Nessa época eu não ligava muito, pois até meados dos meus 14 anos (quando entrei no ensino médio em outra escola e em outra cidade), eu só conhecia duas pessoas que eram homossexuais e assumiam, e eu não gostava deles.
Eram dois caras muito barraqueiros e barulhentos, que zoam todo mundo. Basicamente, é o tipo de comportamento que eu sempre preferi evitar. Eu sou bastante tímido, então ter amigos próximos que chamem a atenção sempre foi bastante negativo pra mim. Logo, durante um bom tempo eu fiz a associação idiota "gays = chatos e barulhentos" e passei a evitar eles. Isso mudou bastante quando eu mudei de escola, onde as pessoas tinham valores bastante diferentes do qual eu estava acostumado. Foi um processo longo, mas o preconceito que eu tinha foi diminuindo aos poucos. Mais ou menos nessa época do ensino médio, eu comecei a me incomodar com os comentários dos meus pais, mas sempre ficava na minha para não causar confusão.
Voltando ao dia que eu perdi o BV. Bom, eu era um adolescente com muita testosterona sobrando e beijei uma menina e pude apalpar uma bunda diferente da minha sem tomar um tapão na cara. Até então, tava tudo indo muito bem. Eu era bastante amigo dessa pessoa antes de ficarmos, então eu já gostava bastante dela e me iludi muito com o rumo das coisas. Pensei que daria certo, que começaríamos a namorar e tal. Até sobre o nome de cachorros a gente falava hahahah.
Mas, a guria tinha outros planos, tava apenas curtindo o momento e logo passou pra outra. Durou um mês e meio ou dois. Então, após um ""chifre"" colossal, já que ela ficou com o ex e passou o rodo na escola ao mesmo tempo em que ficava comigo, a gente parou de se falar. De um jeito imaturo, talvez, pois eu juntei todas as minhas frustrações e joguei na cabeça dela, sendo que ela já havia deixado claro que a gente não tinha nada sério e eu continuava insistindo.
É claro que, graças a minha querida prima fofoqueira, meus pais souberam que eu e a fulaninha não estávamos mais nos falando, e mesmo assim perguntavam sobre ela em toda oportunidade que tinham. Nisso, eu ouvi alguns comentários estranhos da minha mãe, ela dizia que na escola onde eu estava tinham muitas pessoas que namoravam gente do mesmo sexo e eu tinha que tomar cuidado. Eu estranhei, mas como sou lerdo, não entendi na hora, e resolvi conversar sobre isso com um amigo.
Quando eu percebi que as coisas não estavam indo bem (ainda durante aquele mês e meio), eu usava bastante as redes sociais e conheci um cara que aguentou meus desabafos por bastante tempo, sempre me dando conselhos (e umas broncas haha). Eu comentei sobre a fala da minha mãe com ele e ele respondeu "Menino, a sua mãe acha que você é gay". Eu comecei a rir horrores naquela hora, mas também fiquei bastante inconformado. Eu me perguntava "Por que?". Não que isso me afetasse, eu sempre achei graça e vez ou outra eu conto esse fato pra algum amigo. Sempre ficou a incógnita sobre o porque que os meus pais pensavam isso, e ela ainda existe porque recentemente um cara demorou para acreditar que eu não sou gay, e eu e uma amiga rimos muito dessa situação.
Esse amigo que aguentava meus desabafos é gay. É o primeiro amigo homossexual que eu tive e a primeira pessoa sobre quem eu conversei abertamente sobre sexualidade. Ele é bastante interessado por ciência e psicologia, assim como eu, e me ensinou não só o lado social (a experiência dele sendo gay, descobrindo que gostava de homens e toda a confusão que isso gerou na sua infância/adolescência), como o lado científico da coisa, Escala de Kinsey, Freud e afins. Nessas conversas, eu tive a certeza de que sou hétero, mas acabo não me comportando como é esperado de um.
Tenho muitos primos na casa dos 20, quase todos namorando e alguns morando junto e quase casando com alguém. Vão pra festas, bebem, fumam, dão dor de cabeça pra família. As vezes um namoro termina e sempre aparece um agregado novo depois de um tempo, em média eu tenho um "primo" ou "prima" nova por um ano e meio, no máximo dois. Aí, passa alguns meses e o ciclo se repete.
E eu aqui, o primo solteiro que estuda e não traz menina nenhuma pra casa (salvo em raras ocasiões quando a minha melhor amiga aparece aqui) nem nas reuniões de família. O primo estranho que compartilha muitos posts pró-feminismo e contra homofobia. Cansei de ouvir perguntas sobre namoradas vindo de tios e até da minha avó materna.
Acho que algumas pessoas até pensam que eu escondo alguma coisa dos meus pais. Uma vez eu fui em um churrasco na casa de um amigo e a mãe dele me pediu ajuda para fazer uma mistureba alcoólica qualquer, eu disse que não sabia como fazer e ela não acreditou. Meu amigo precisou ser "testemunha" de que eu não bebo nada e que estava lá só pelo churrasco mesmo hahahaha
E aqui, temos duas cerejas nesse bolo.
A primeira é que o meu melhor amigo, o qual eu conheço desde a segunda série, há pelo menos 14 anos, começou a trabalhar na mesma empresa que a minha mãe. Ele é uma pessoa que eu costumo passar bastante tempo junto, já que nós fazemos trilhas de bike (ou fazíamos, antes da pandemia começar). Como a minha cidade tem grandes áreas verdes, essas trilhas demoram porque a gente sempre tenta explorar um caminho novo. Enfim, durante o trabalho dele, por algum motivo surgiu o boato de que ele é gay. Eu não sei nada sobre isso, ele próprio nunca me disse nada, e nós conversamos sobre muita coisa. Mas a minha mãe veio correndo me contar quando esse boato surgiu. Ela deve ter "adorado" somar 1+1 nessa ocasião.
A outra é meu pai. Tão preocupado em fazer comentários e cuidar da sexualidade dos outros, adorador do capitão cloroquina, e outro dia eu precisei fazer algo no celular dele e percebi que tinha uma aba aberta naquele site com X, e na barra de pesquisas estava escrito, adivinhem? "Bicha" hahahahahaha
Bom, como eu disse, não me incomoda o fato de acharem que eu sou gay. Não faz diferença nenhuma pra mim, na verdade, eu faço piada com isso e boa. O que me afeta nessa história é que eu tenho agora muitos amigos que são "Do Vale" e eu sinto que nunca vou poder convidar eles para me visitar aqui em casa. Tenho medo que ouçam alguma merda aqui.
Enfim, é isso. A quarentena está me fazendo sentir a necessidade de desabafar sobre alguns assuntos e esse foi um deles. Obrigado por ler até o final.
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2020.07.29 20:24 AlvagorH Meus pais acham que eu sou gay

O relato pode ser um pouco longo, mas talvez seja engraçado (ou não).
Pois bem... senta que lá vem história.
Eu sou homem (ah vá), e desde sempre fui muito "sossegado". Não costumo ir pra festas, não bebo, não fumo. Sou bem caseiro e não sou de falar muito. Fui beijar uma menina pela primeira vez (e única desde então), aos 16, quase 17 (vou completar 21 muito em breve). Meus pais ficaram sabendo logo de cara, pois eu virei notícia na escola. O nerdão quieto e ranzinza da sala "pegando" a novinha da outra sala (ela era de um ano anterior ao que eu estava). Uma prima fofoqueira estudava na mesma sala que eu, então a notícia chegou em casa antes de mim.
Até então, eu nunca tinha notado nada de estranho nos meus pais. Eu notava alguns comentários homofóbicos deles as vezes, quando aparecia alguma notícia na televisão. "Ator famoso se declara gay", aí minha mãe "Nossa, que dó. Um homem tão bonito desses ser gay". Ou, no caso do meu pai "Eu tinha um professor que era bicha, mas era muito competente ensinando". Nessa época eu não ligava muito, pois até meados dos meus 14 anos (quando entrei no ensino médio em outra escola e em outra cidade), eu só conhecia duas pessoas que eram homossexuais e assumiam, e eu não gostava deles.
Eram dois caras muito barraqueiros e barulhentos, que zoam todo mundo. Basicamente, é o tipo de comportamento que eu sempre preferi evitar. Eu sou bastante tímido, então ter amigos próximos que chamem a atenção sempre foi bastante negativo pra mim. Logo, durante um bom tempo eu fiz a associação idiota "gays = chatos e barulhentos" e passei a evitar eles. Isso mudou bastante quando eu mudei de escola, onde as pessoas tinham valores bastante diferentes do qual eu estava acostumado. Foi um processo longo, mas o preconceito que eu tinha foi diminuindo aos poucos. Mais ou menos nessa época do ensino médio, eu comecei a me incomodar com os comentários dos meus pais, mas sempre ficava na minha para não causar confusão.
Voltando ao dia que eu perdi o BV. Bom, eu era um adolescente com muita testosterona sobrando e beijei uma menina e pude apalpar uma bunda diferente da minha sem tomar um tapão na cara. Até então, tava tudo indo muito bem. Eu era bastante amigo dessa pessoa antes de ficarmos, então eu já gostava bastante dela e me iludi muito com o rumo das coisas. Pensei que daria certo, que começaríamos a namorar e tal. Até sobre o nome de cachorros a gente falava hahahah.
Mas, a guria tinha outros planos, tava apenas curtindo o momento e logo passou pra outra. Durou um mês e meio ou dois. Então, após um ""chifre"" colossal, já que ela ficou com o ex e passou o rodo na escola ao mesmo tempo em que ficava comigo, a gente parou de se falar. De um jeito imaturo, talvez, pois eu juntei todas as minhas frustrações e joguei na cabeça dela, sendo que ela já havia deixado claro que a gente não tinha nada sério e eu continuava insistindo.
É claro que, graças a minha querida prima fofoqueira, meus pais souberam que eu e a fulaninha não estávamos mais nos falando, e mesmo assim perguntavam sobre ela em toda oportunidade que tinham. Nisso, eu ouvi alguns comentários estranhos da minha mãe, ela dizia que na escola onde eu estava tinham muitas pessoas que namoravam gente do mesmo sexo e eu tinha que tomar cuidado. Eu estranhei, mas como sou lerdo, não entendi na hora, e resolvi conversar sobre isso com um amigo.

Quando eu percebi que as coisas não estavam indo bem (ainda durante aquele mês e meio), eu usava bastante as redes sociais e conheci um cara que aguentou meus desabafos por bastante tempo, sempre me dando conselhos (e umas broncas haha). Eu comentei sobre a fala da minha mãe com ele e ele respondeu "Menino, a sua mãe acha que você é gay". Eu comecei a rir horrores naquela hora, mas também fiquei bastante inconformado. Eu me perguntava "Por que?". Não que isso me afetasse, eu sempre achei graça e vez ou outra eu conto esse fato pra algum amigo. Sempre ficou a incógnita sobre o porque que os meus pais pensavam isso, e ela ainda existe porque recentemente um cara demorou para acreditar que eu não sou gay, e eu e uma amiga rimos muito dessa situação.
Esse amigo que aguentava meus desabafos é gay. É o primeiro amigo homossexual que eu tive e a primeira pessoa sobre quem eu conversei abertamente sobre sexualidade. Ele é bastante interessado por ciência e psicologia, assim como eu, e me ensinou não só o lado social (a experiência dele sendo gay, descobrindo que gostava de homens e toda a confusão que isso gerou na sua infância/adolescência), como o lado científico da coisa, Escala de Kinsey, Freud e afins. Nessas conversas, eu tive a certeza de que sou hétero, mas acabo não me comportando como é esperado de um.
Tenho muitos primos na casa dos 20, quase todos namorando e alguns morando junto e quase casando com alguém. Vão pra festas, bebem, fumam, dão dor de cabeça pra família. As vezes um namoro termina e sempre aparece um agregado novo depois de um tempo, em média eu tenho um "primo" ou "prima" nova por um ano e meio, no máximo dois. Aí, passa alguns meses e o ciclo se repete.
E eu aqui, o primo solteiro que estuda e não traz menina nenhuma pra casa (salvo em raras ocasiões quando a minha melhor amiga aparece aqui) nem nas reuniões de família. O primo estranho que compartilha muitos posts pró-feminismo e contra homofobia. Cansei de ouvir perguntas sobre namoradas vindo de tios e até da minha avó materna.
Acho que algumas pessoas até pensam que eu escondo alguma coisa dos meus pais. Uma vez eu fui em um churrasco na casa de um amigo e a mãe dele me pediu ajuda para fazer uma mistureba alcoólica qualquer, eu disse que não sabia como fazer e ela não acreditou. Meu amigo precisou ser "testemunha" de que eu não bebo nada e que estava lá só pelo churrasco mesmo hahahaha
E aqui, temos duas cerejas nesse bolo.

A primeira é que o meu melhor amigo, o qual eu conheço desde a segunda série, há pelo menos 14 anos, começou a trabalhar na mesma empresa que a minha mãe. Ele é uma pessoa que eu costumo passar bastante tempo junto, já que nós fazemos trilhas de bike (ou fazíamos, antes da pandemia começar). Como a minha cidade tem grandes áreas verdes, essas trilhas demoram porque a gente sempre tenta explorar um caminho novo. Enfim, durante o trabalho dele, por algum motivo surgiu o boato de que ele é gay. Eu não sei nada sobre isso, ele próprio nunca me disse nada, e nós conversamos sobre muita coisa. Mas a minha mãe veio correndo me contar quando esse boato surgiu. Ela deve ter "adorado" somar 1+1 nessa ocasião.

A outra é meu pai. Tão preocupado em fazer comentários e cuidar da sexualidade dos outros, adorador do capitão cloroquina, e outro dia eu precisei fazer algo no celular dele e percebi que tinha uma aba aberta naquele site com X, e na barra de pesquisas estava escrito, adivinhem? "Bicha" hahahahahaha

Bom, como eu disse, não me incomoda o fato de acharem que eu sou gay. Não faz diferença nenhuma pra mim, na verdade, eu faço piada com isso e boa. O que me afeta nessa história é que eu tenho agora muitos amigos que são "Do Vale" e eu sinto que nunca vou poder convidar eles para me visitar aqui em casa. Tenho medo que ouçam alguma merda aqui.
Enfim, é isso. A quarentena está me fazendo sentir a necessidade de desabafar sobre alguns assuntos e esse foi um deles. Obrigado por ler até o final.
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2020.07.29 20:09 pandycake7 O dia que um brincadeira minha foi parar na polícia

Oi Lubinha, gatas, cabeleleila leila, editores e turminha que está lendo isso. Hoje vou contar como uma das minhas brincadeirinhas de criança foi parar na polícia (infelizmente é uma história real..) . Desde pequena eu sou uma amiga meio ciumenta em relação aos meus amigos, e as vezes ficava bem brava com esse tipo de coisa. No meu prédio eu tinha uma grupo de amigos, todo mundo com a mesma idade (todo mundo tinha entre 6 e 7 anos) e nós sempre brincávamos na quadra de queimada ou algo do tipo, um dia quando eu descia para brincar meus amigos começaram a agir estranho e a me excluírem do nada, e eu obviamente fiquei muito pistola. Quando eu voltei pra casa lembrei que tava com um sapato da minha amiga (também do prédio) e pensei `agora é a minha chance de me vingar´, peguei um post-it e comecei a falar que a menina era uma chata e metida, depois fiz outro post-it dessa vez falando mal de dois dos meus amigos, que eram irmãos então moravam na mesma casa (eu assinei o que falava mal da menina com o nome dos meninos e visse versa) . Feitos os bilhetes, fui deixar o sapato da menina na porta dela junto com o bilhete que falava mal dela, depois deixei o que falava mal dos meninos na porta deles. Depois disso fingi que nada tinha acontecido e segui com a vida, mas depois me dei conta do que eu tinha feito, uma briga com nenhuma necessidade. Mais ou menos uma semana depois eu tava voltando do escola de carro com a minha mãe, e ela me disse que tinha acontecido maior treta no prédio, porque aparentemente a Larls (a menina) e os irmãos tinham feito bilhetes se xingando e eu congelei. (a mãe da menina era a síndica do prédio e ela e a mãe dos meninos se odiavam) . Minha mãe disse que a mãe dos meninos foi até a policia falando que a Larls tava mentindo, ja que os filhos dela disseram não ter escrito nada e a Larls disse que também não ter feito nada (sinceramente não acho que a mulher tinha que ter ido até a polícia por causa disso, mas isso não vem ao caso) . Eu comecei a chorar e a tremer feito uma loka e contei pra minha mãe que eu tinha escrito os bilhetes e que sentia muito, minha mãe tranquila do jeito que é, disse que nós cometemos erros e que a única coisa a se fazer é pedir desculpa e seguir em frente. Chegando no prédio me desculpei com todo mundo e todos se resolveram. Moral da história, depois de um tempo eu parei de ir brincar com eles lá embaixo e aos poucos todo mundo foi se mudando e até hoje to naquele prédio e perdi total contato com eles. Eu me considero a babaca nessa história, mas o que vcs acham... espero aparecer no turma feira mas provalvelmete não vou... beijos a todos :)
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2020.07.28 07:44 obsession_Liz a professora fez bullying comigo e isso gerou mais bullying

Olá Luba, gatas, editores e etc. Há dois anos atrás eu sofri bullying por uma professora. Eu era pequena e não fiz muito a respeito, por isso recentemente postei no Facebook um tipo de exposed dela e dos meus colegas, falando as coisas que ela fez e como eu me senti. Não mencionei o nome dela, mas sei que alguns professores vão indentificar que foi ela. A seguir, o texto que postei:
Eu tenho uma história para contar. É uma coisa importante, algo ruim que passei na escola e gostaria que as pessoas soubessem.
Como alguns devem saber, eu sempre gostei muito de português. Desde pequena sempre soube escrever direitinho, ler em voz alta e esse tipo de coisas. Concluindo, sempre gostei de português e sempre fui bem na matéria. No quinto ano tive português com a prof. Ana, a qual foi uma ótima professora.
Quando eu comecei o sexto ano, meu "amor" por português acabou. Na verdade, foi morto. Comecei a ter aula com uma professora nova, que eu nem sequer conhecia ou já tinha ouvido falar. Não vou dizer o nome dessa pessoa, mas sei que alguns vão descobrir quem é ao longo da história.
Desde minha primeira aula com essa professora, eu achei tudo muito estranho. Ela não me olhava de um jeito normal, era quase com desprezo. Lembro dela falar que não tolerava falta de educação e esse tipo de coisas, tudo olhando torto para mim. Eu não entendia o motivo disso, pois nem conhecia a professora.
No primeiro trimestre, eu fui bem na prova. Ela entregava as provas sorridente e dando parabéns a todos. Na hora de entregar a minha, ela não disse nada, fez pouco caso e nem me olhou na hora de entregar. Já no segundo trimestre, ela já havia me afetado mais. Eu não tirei uma nota muito boa na prova, se me lembro bem devo ter tirado um pouco abaixo da média. Ela foi, sorridente, até a minha mesa entregar a prova e disse algo do tipo "quem mandou ficar se exibindo, bem feito, foi mal na prova". E não que eu não tivesse estudado para a prova, mas eu ficava tão apavorada, na maioria das aulas dela, com medo, que não conseguia me concentrar.
E foi na semana do gaúcho, que foi a gota d'água. Nesse dia eu estava com meu vestido de prenda, meu cabelo preso em um coque e com um tipo de xale por cima, pois estava meio frio. Em algum momento da aula dela, ela parou para mim e disse "você parece uma velha que vi num livro com essa roupa", "você parece uma velha". Isso foi o que mais me impactou. Nesse momento, boa parte da sala começou a me chamar de velha e a professora ali, quieta enquanto eu estava, internamente, desesperada. Eu até tentei falar algo, me defender, mas nunca fui de discutir com as pessoas, não sou muito boa nisso. No mesmo dia, quando saí da escola eu contei para minha vó o que tinha acontecido. Ela ficou indignada e quis ir na direção tirar satisfação desse absurdo. Meu pai também não gostou nada da história e quis fazer o mesmo, mas eu não deixei, eu disse "não, por favor não falem nada, só vai dar a ela mais motivos para me odiar e me tratar mal". Depois do "apelido" que ela me deu, durante muito tempo, meses, eu escutei meus colegas me chamando de velha "fica quieta, velha!", "ninguém te perguntou, velha!" e rindo de mim, debochando de mim. Nem consigo explicar o quanto isso foi difícil para mim.
Eu sofria um certo bullying diariamente e durante todo esse tempo, eu fiquei sozinha, sem amigos e sem apoio. Isso é uma coisa que me feriu e a ferida ainda existe, visivelmente, em mim, hoje em dia. Como nunca tive tantos amigos e, na maioria das vezes, grande parte da turma me odiava e me tratou, sendo que alguns ainda tratam, mal. Foram tantas e tantas as vezes que por causa disso eu agi contra o que eu pensava e fui quem eu não era, só para agradar os outros. Para não me tratarem mal, para não me odiarem. Isso é uma coisa que, sinceramente, eu ainda fiz pouco tempo atrás. Eu sei que devo ser eu mesma, mas se a maioria odeia o seu "eu mesmo", é muito difícil ser essa pessoa. Muitos já me julgaram e ainda me julgam pelo que os outros falam de mim e pelas coisas que eu já fiz, sendo que eu sou totalmente diferente disso.
E eu sempre escutei calada. Eu sempre fui a aluna problema, a que sempre estava aprontando alguma coisa, a que sempre acusavam por qualquer coisa, por que alguém ligaria para esse tipo de coisa? sempre fui arrastada para a direção, sem mal ter o direito de me explicar. A cada ano, eu mudo um pouco. Nem de longe sou a mesma menina que eu era no quinto ano, mas muitos ainda me julgam por coisas que fiz no passado. Hoje em dia, por eu ter feito algumas coisas ruins no quinto e no sexto ano, alguns professores acham que podem me tratar pior do que os outros. É claro que muitos professores são maravilhosos como o Thiago, a Elisandra, a Giovana, a Ana Paula e por aí vai, mas alguns, minoria, não são o que todos pensam. Não vou expor nomes, mas eles existem.
Um dia, em uma aula dessa professora, eu descobri o tal objetivo dela, o porque da tortura que ela praticava comigo. Ela disse que escolheu nossa turma justamente por eu e outro aluno (não vou expor) estarmos nela. Até mesmo, em um outro dia, ela disse o seguinte "se até o final do ano eu não te ensinar a respeitar os outros, eu mudo de nome!".
Eu não sou e nunca fui uma ameaça. Eu era pequena, as vezes não pensava duas vezes antes de fazer as coisas e muitas vezes até aconteciam coisas sem querer. A questão é que, um professor deve ser um exemplo para os alunos, um professor representa uma escola. Mas que exemplo dá, um professor que incentivou alunos a fazerem bullying com alguém? um professor que deixou uma menina com medo e traumatizada, pelo jeito que a tratou?
Durante aquele ano, na última folha do meu caderno de português, eu escrevia tudo o que ela dizia e tudo o que ela fazia contra mim. Não citei tudo aqui, pois algumas coisas não são tão relevantes, mas essa lista ainda existe e minhas lembranças também.
No último trimestre, felizmente, eu consegui tirar uma nota muito boa e recuperar os pontos que faltavam do vermelho que tirei no segundo trimestre. Claro que a professora não parecia feliz em me entregar aquela nota, mas fiquei aliviada em ter conseguindo me esforçar e não deixar ela atrapalhar minhas notas. Mas eu não aprendi tanto naquele ano, não como eu deveria ter aprendido e isso interferiu bastante nas minhas notas hoje em dia. Passei a não gostar tanto do português e a não tirar notas tão boas, passei a ter um pouco de dificuldade.
Na época eu tinha tanto medo daquela pessoa e aquilo me fez tão mal, tanto mentalmente quanto um pouco socialmente, pois meus colegas guardavam o apelido de "velha", esperando o momento certo para me atingir com aquilo no peito. Naquele tempo, a questão de amizades foi meio complicada para mim, passei grande parte dos intervalos, lanchando no banheiro, para ninguém ver que eu ficava sozinha e rir de mim. E o pior de ficar sozinha, lanchando no banheiro, era que parecia que ninguém dava falta de mim, o que fazia eu me sentir mais insignificante ainda.
Todos gostavam tanto daquela professora e eu não entendia como meus colegas gostavam tanto de alguém que me fazia tão mal. Eu tentava falar com minhas colegas sobre isso, ver se elas não achavam que ela me tratava diferente, mas ninguém se importava muito, claro, não era com elas que ela "implicava".
Para minha sorte, a professora saiu da escola no ano seguinte, para cuidar de alguém, algo do tipo. Mas isso foi um grande alívio, pois na minha cabeça, eu ainda passaria o sétimo ano tendo aula com ela, ainda teria que enfrentar o dragão, ou ao menos, não me queimar.
Apenas uns dois professores sabem dessa história, contei apenas para os que, na época, eu conversava mais. Isso foi muito ruim para mim na época, mas também sinto um peso muito grande hoje em dia, de ter isso guardado.
Eu sinto que é tão injusto, essa pessoa ter me afetado tanto, sendo que pra ela provavelmente foi só uma brincadeirinha. Acho tão errado, ela ter me ferido tanto psicologicamente e isso não ter mudado nada a vida dela. Por esse motivo, eu decidi expor isso que passei. Não estou obrigando ninguém a odiar ela ou algo do tipo, apenas quero que saibam do que essa pessoa é capaz e se ela realmente é quem vocês esperavam que fosse.
Aliás, lembro de ter falado com uma menina um dia, na saída da escola, sobre isso e de ela ter dito passar por algo parecido com essa mesma pessoa. Isso me deixou aflita, pois isso me afetou tanto e se outros alunos não passaram por o mesmo, com essa mesma professora? Caso alguém tenha passado, espero que tenha coragem de expor isso, pois se eu não fui a única que passei por isso, essa história pode ficar bem mais séria do que é.
Se você acha que passou por algo assim, não se cale, o mundo precisa saber quem essa pessoa é e o tipo de coisas que ela faz para "educar" seus alunos.

obrigado a todos que leram esse textão, kk, menor que trêix
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2020.07.28 04:48 obsession_Liz a professora fez bullying comigo (a história e o que eu senti a respeito disso) e isso gerou mais bullying

eu tenho uma história para contar. É uma coisa importante, algo ruim que passei na escola e gostaria que as pessoas soubessem.
Como alguns devem saber, eu sempre gostei muito de português. Desde pequena sempre soube escrever direitinho, ler em voz alta e esse tipo de coisas. Concluindo, sempre gostei de português e sempre fui bem na matéria. No quinto ano tive português com a prof. Ana, a qual foi uma ótima professora.
Quando eu comecei o sexto ano, meu "amor" por português acabou. Na verdade, foi morto. Comecei a ter aula com uma professora nova, que eu nem sequer conhecia ou já tinha ouvido falar. Não vou dizer o nome dessa pessoa, mas sei que alguns vão descobrir quem é ao longo da história.
Desde minha primeira aula com essa professora, eu achei tudo muito estranho. Ela não me olhava de um jeito normal, era quase com desprezo. Lembro dela falar que não tolerava falta de educação e esse tipo de coisas, tudo olhando torto para mim. Eu não entendia o motivo disso, pois nem conhecia a professora.
No primeiro trimestre, eu fui bem na prova. Ela entregava as provas sorridente e dando parabéns a todos. Na hora de entregar a minha, ela não disse nada, fez pouco caso e nem me olhou na hora de entregar. Já no segundo trimestre, ela já havia me afetado mais. Eu não tirei uma nota muito boa na prova, se me lembro bem devo ter tirado um pouco abaixo da média. Ela foi, sorridente, até a minha mesa entregar a prova e disse algo do tipo "quem mandou ficar se exibindo, bem feito, foi mal na prova". E não que eu não tivesse estudado para a prova, mas eu ficava tão apavorada, na maioria das aulas dela, com medo, que não conseguia me concentrar.
E foi na semana do gaúcho, que foi a gota d'água. Nesse dia eu estava com meu vestido de prenda, meu cabelo preso em um coque e com um tipo de xale por cima, pois estava meio frio. Em algum momento da aula dela, ela parou para mim e disse "você parece uma velha que vi num livro com essa roupa", "você parece uma velha". Isso foi o que mais me impactou. Nesse momento, boa parte da sala começou a me chamar de velha e a professora ali, quieta enquanto eu estava, internamente, desesperada. Eu até tentei falar algo, me defender, mas nunca fui de discutir com as pessoas, não sou muito boa nisso. No mesmo dia, quando saí da escola eu contei para minha vó o que tinha acontecido. Ela ficou indignada e quis ir na direção tirar satisfação desse absurdo. Meu pai também não gostou nada da história e quis fazer o mesmo, mas eu não deixei, eu disse "não, por favor não falem nada, só vai dar a ela mais motivos para me odiar e me tratar mal". Depois do "apelido" que ela me deu, durante muito tempo, meses, eu escutei meus colegas me chamando de velha "fica quieta, velha!", "ninguém te perguntou, velha!" e rindo de mim, debochando de mim. Nem consigo explicar o quanto isso foi difícil para mim.
Eu sofria um certo bullying diariamente e durante todo esse tempo, eu fiquei sozinha, sem amigos e sem apoio. Isso é uma coisa que me feriu e a ferida ainda existe, visivelmente, em mim, hoje em dia. Como nunca tive tantos amigos e, na maioria das vezes, grande parte da turma me odiava e me tratou, sendo que alguns ainda tratam, mal. Foram tantas e tantas as vezes que por causa disso eu agi contra o que eu pensava e fui quem eu não era, só para agradar os outros. Para não me tratarem mal, para não me odiarem. Isso é uma coisa que, sinceramente, eu ainda fiz pouco tempo atrás. Eu sei que devo ser eu mesma, mas se a maioria odeia o seu "eu mesmo", é muito difícil ser essa pessoa. Muitos já me julgaram e ainda me julgam pelo que os outros falam de mim e pelas coisas que eu já fiz, sendo que eu sou totalmente diferente disso.
E eu sempre escutei calada. Eu sempre fui a aluna problema, a que sempre estava aprontando alguma coisa, a que sempre acusavam por qualquer coisa, por que alguém ligaria para esse tipo de coisa? sempre fui arrastada para a direção, sem mal ter o direito de me explicar. A cada ano, eu mudo um pouco. Nem de longe sou a mesma menina que eu era no quinto ano, mas muitos ainda me julgam por coisas que fiz no passado. Hoje em dia, por eu ter feito algumas coisas ruins no quinto e no sexto ano, alguns professores acham que podem me tratar pior do que os outros. É claro que muitos professores são maravilhosos como o Thiago, a Elisandra, a Giovana, a Ana Paula e por aí vai, mas alguns, minoria, não são o que todos pensam. Não vou expor nomes, mas eles existem.
Um dia, em uma aula dessa professora, eu descobri o tal objetivo dela, o porque da tortura que ela praticava comigo. Ela disse que escolheu nossa turma justamente por eu e outro aluno (não vou expor) estarmos nela. Até mesmo, em um outro dia, ela disse o seguinte "se até o final do ano eu não te ensinar a respeitar os outros, eu mudo de nome!".
Eu não sou e nunca fui uma ameaça. Eu era pequena, as vezes não pensava duas vezes antes de fazer as coisas e muitas vezes até aconteciam coisas sem querer. A questão é que, um professor deve ser um exemplo para os alunos, um professor representa uma escola. Mas que exemplo dá, um professor que incentivou alunos a fazerem bullying com alguém? um professor que deixou uma menina com medo e traumatizada, pelo jeito que a tratou?
Durante aquele ano, na última folha do meu caderno de português, eu escrevia tudo o que ela dizia e tudo o que ela fazia contra mim. Não citei tudo aqui, pois algumas coisas não são tão relevantes, mas essa lista ainda existe e minhas lembranças também.
No último trimestre, felizmente, eu consegui tirar uma nota muito boa e recuperar os pontos que faltavam do vermelho que tirei no segundo trimestre. Claro que a professora não parecia feliz em me entregar aquela nota, mas fiquei aliviada em ter conseguindo me esforçar e não deixar ela atrapalhar minhas notas. Mas eu não aprendi tanto naquele ano, não como eu deveria ter aprendido e isso interferiu bastante nas minhas notas hoje em dia. Passei a não gostar tanto do português e a não tirar notas tão boas, passei a ter um pouco de dificuldade.
Na época eu tinha tanto medo daquela pessoa e aquilo me fez tão mal, tanto mentalmente quanto um pouco socialmente, pois meus colegas guardavam o apelido de "velha", esperando o momento certo para me atingir com aquilo no peito. Naquele tempo, a questão de amizades foi meio complicada para mim, passei grande parte dos intervalos, lanchando no banheiro, para ninguém ver que eu ficava sozinha e rir de mim. E o pior de ficar sozinha, lanchando no banheiro, era que parecia que ninguém dava falta de mim, o que fazia eu me sentir mais insignificante ainda.
Todos gostavam tanto daquela professora e eu não entendia como meus colegas gostavam tanto de alguém que me fazia tão mal. Eu tentava falar com minhas colegas sobre isso, ver se elas não achavam que ela me tratava diferente, mas ninguém se importava muito, claro, não era com elas que ela "implicava".
Para minha sorte, a professora saiu da escola no ano seguinte, para cuidar de alguém, algo do tipo. Mas isso foi um grande alívio, pois na minha cabeça, eu ainda passaria o sétimo ano tendo aula com ela, ainda teria que enfrentar o dragão, ou ao menos, não me queimar.
Apenas uns dois professores sabem dessa história, contei apenas para os que, na época, eu conversava mais. Isso foi muito ruim para mim na época, mas também sinto um peso muito grande hoje em dia, de ter isso guardado.
Eu sinto que é tão injusto, essa pessoa ter me afetado tanto, sendo que pra ela provavelmente foi só uma brincadeirinha. Acho tão errado, ela ter me ferido tanto psicologicamente e isso não ter mudado nada a vida dela. Por esse motivo, eu decidi expor isso que passei. Não estou obrigando ninguém a odiar ela ou algo do tipo, apenas quero que saibam do que essa pessoa é capaz e se ela realmente é quem vocês esperavam que fosse.
Aliás, lembro de ter falado com uma menina um dia, na saída da escola, sobre isso e de ela ter dito passar por algo parecido com essa mesma pessoa. Isso me deixou aflita, pois isso me afetou tanto e se outros alunos não passaram por o mesmo, com essa mesma professora? Caso alguém tenha passado, espero que tenha coragem de expor isso, pois se eu não fui a única que passei por isso, essa história pode ficar bem mais séria do que é.
Se você acha que passou por algo assim, não se cale, o mundo precisa saber quem essa pessoa é e o tipo de coisas que ela faz para "educar" seus alunos.
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2020.07.27 05:07 sim_meu_nome_e_Leite Eu sou uma babaca por enrolar pra sair do armário?

Oi Luba, gatas, editores, gatas, restos mortais de papelões, Pekeanu Reeves, gatas e turma que está a lever. A história é meio longa, então peço que tenham um pouco de paciência, se possível.
Eu sou bissexual (21, menina). Tirando meu irmão mais novo (19) e minha mãe (51), ninguém mais na minha família (eu acho) sabe. Eu sempre fui bem tranquila sobre minha sexualidade e nunca fiz nada demais a respeito da minha família para fazer que eles saibam, pelo menos até meu primeiro relacionamento sério. Eu tinha 19 anos na época e ela era bem mais velha (25 anos no começo, mais ou menos 7 anos de diferença), nos conhecemos na universidade: Ana (não é o nome dela, mas é o que vou usar) era aluna do curso de mestrado e eu uma bolsista do mesmo grupo de pesquisa da área dela, então eu meio que era responsável por montar os experimentos, auxiliar na instrumentação, produzir alguns artigos, etc... Eu acabei indicada para auxiliar a tese dela e meio que rolou no laboratório mesmo (outra história). Começamos a sair.
Namoramos por 1 ano e 3 meses. Por volta do quarto mês de namoro, eu "saí do armário" porque eu não achava que seria uma grande coisa. Foi meio complicado, meu irmão teve uma reação do tipo "EU SABIA" e minha mãe, bem, ela surtou. Ela exigiu que eu terminasse e parasse com toda a coisa de "sapatona", que tudo era culpa do Dani (meu melhor amigo, aliás ele é abertamente gay) que ele me """contaminou"""" e por aí vai.
Nunca fui 100% próxima dos meus pais, eles eram muito controladores e um tanto entitulados, especialmente comigo e minha irmã mais velha. Saí de casa aos 16 e moro sozinha desde então, pago minhas próprias contas, tenho meu próprio emprego, faço a federal do meu estado e basicamente eles não tem muito haver com a minha vida. Só mantinha contato por causa do meu irmão mais novo, que francamente é meu maior orgulho. No caso dos meus tios, primos e primas, se eu visse eles mais de duas vezes ao ano seria um milagre.
Demorou mais de dois meses para ela voltar a falar comigo e permitir que eu visse o Davi (meu irmão). Ela disse que iria ignorar tudo aquilo com três condições: Não influenciar o Davi, não contar ao restante da família (especialmente meu pai) e levar somente meus "relacionamentos de verdade" para casa (traduzindo, eu só poderia trazer para casa meus namoros heterossexuais e pelas proprias palavras dela: "deixar a put**** fora de casa"). Do contrario, ela nunca mais iria permitir que eu visse meu irmão.
Sinceramente, eu não me importei. Davi e Dani era minha única família de verdade e eles me apoiavam, então estava bem feliz apesar da situação tensa. Sem contar que ele tinha 17, logo faria 18 e já planejávamos que ele se muda-se para minha casa. Expliquei a situação para minha namorada e, surpreendentemente para mim, ela ficou livida (p***) por eu me submeter a esse tipo de merda.
Nós discutimos MUITO. Levou cerca de uma semana para voltarmos. Basicamente, ela achava melhor eu confrontar a situação toda. Eu achava injusto passar por toda aquela dor de cabeça, se eu poderia esperar alguns meses para meu irmão completar 18 e vir morar comigo e então mandar meus pais para aquele lugar. Ainda por cima ela mesma também não era assumida e estava exigindo que eu fizesse basicamente a mesma coisa que ela se recusa a fazer á anos. E eu dizia isso para ela, Ana só dizia que "é diferente" e "para você é mais fácil", por aí vai.
Eu não queria arrancar ninguém do armário. Não precisa ir muito longe na internet para ver os relatos desse tipo de processo que pode ser bem complicado. Eu não exigia que ela me assumisse ou algo do tipo, então na minha cabeça pelo menos, já que eu não exijo isso não teria porquê ela exigir de mim.
Ela insistia que era diferente, que a família dela era mais complicada que a minha (a família dela era beeeem religiosa, já a minha era só conservadora mesmo) que eu não ligava para meus pais e que era fácil.
Mesmo que eu não ligue sobre o que eles diriam sobre minha sexualidade, não é como se tudo que eles dissessem sobre mim não me afetasse. Além disso, toda a confusão seria incrivelmente tensa para o meu irmão, por mais que eu não seja fã dos meus pais, ele os ama e colocar um garoto de 17 anos em uma situação em que ele teria que "escolher um lado" entre parentes que ele ama não é exatamente o conceito de saudável.
Enfim, apesar de toda confusão, botamos uma pedra no assunto e o encerramos. Mesmo assim o clima ainda era estranho e a bolha estourou no natal do ano passado.
Eu mandei algumas mensagens privadas para ela, já que cada uma ficou com sua família no Natal. O pai dela leu as mensagens. Obviamente, as coisas não foram nada boas. Recebi uns áudios bem assustadores dele. Ele é um PM aposentado então eu me caguei um pouco, confesso. Alguns dias depois na véspera do ano novo, nós terminamos.
Meu irmão e eu moramos juntos hoje em dia (atualmente ele têm 19). Por volta de março desse ano um cara se moveu para o apê da frente, com a quarentena passamos a nos esbarrar bastante e começamos a namorar, o namoro vai muito bem aliás.
De alguma forma, minha ex soube e me mandou algumas mensagens (já fazem mais de 7 fucking meses que terminamos). Ela disse muita coisa, a maioria eram um monte bosta, mas uma coisa que ela disse ficou na minha cabeça: Se você tivesse insistido mais com seus pais nós ainda estaríamos juntas.
Bem, isso está na minha cabeça já faz uns dias e eu realmente não sei o que pensar. Meu irmão concorda em parte com ela, e que eu realmente deveria ter insistido mais naquela época e dado uma chance para ver a reação de todo mundo, ao invés de excluir todos de uma vez com exceção dele, mas o que foi, já foi e que eu deveria focar nas coisas de agora.
Bem, eu não tenho quase nenhum contato com meus pais hoje em dia. Não sei qual foi a primeira reação do meu pai e do resto da família, mal sei direito se eles tem alguma ideia. Da feita que o Davi completou 18 fizemos a mudança e não me preocupei em manter contato, disse para minha que ela poderia contar ou não, até agora me parece que ela escolheu não contar. Ele ainda ver nossos pais obviamente
Eu sou uma babaca?
📷ResponderEncaminhar
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2020.07.25 18:34 YatoToshiro Fate/Gensokyo #47 Archer of Red (Fate/Apocrypha)


Fate/Apocrypha - Fate/Grand Order
​O Nome Verdadeiro do Arqueiro é Atalanta, Uma caçadora famosa conhecida como Caçadora de Castas Que aparece na mitologia grega.
Ela é uma caçadora famosa por seus pés rápidos na lenda da Grécia Antiga. Ela se tornou famosa depois de ser a primeira a lançar uma flecha no Javali Calidoniano durante seu extermínio. Além disso, ela é incluída como membro dos argonautas, que reuniram bravos heróis de toda a Grécia. Ela tem o passado trágico de nascer como filha de um rei de um determinado país e ainda ser abandonada nas montanhas por seu pai.
Legend
Atalanta nasceu como filha do rei Iasus da Arcádia. No entanto, apesar de ter nascido e ser a princesa do paraíso natural, Atalanta acabou sendo abandonada nas florestas e nas montanhas imediatamente quando nasceu, quando foi evitada pelo pai - que desejava um filho. Mas ela sobreviveu graças à proteção divina de Artemis, uma deusa virgem que sentiu pena dela. Ártemis enviou e fez um urso fêmea, um animal sagrado da deusa, nutrir a menina dando leite e levantando-a. Em gratidão, Atalanta é um seguidor fervoroso de Ártemis.
Depois disso, depois de ter sido criada pela ursa enviada por Artemis, e mais tarde foi descoberta e adotada por caçadores que pisaram nas montanhas, Atalanta desenvolveu suas habilidades conspicuamente, talvez devido ao seu talento latente, e também se tornou uma caçadora. Ao atingir a idade adulta, Atalanta cresce e se torna uma caçadora excelente e inigualável, e ela realiza muitas aventuras.
Há três contos pelos quais Atalanta é famosa. O primeiro conto é sobre como ela foi escolhida, acompanha e participa como membro dos Argonautas liderados por Jason. Atalanta se orgulha de ser a mais rápida entre os humanos, e logo depois de se tornar uma das poucas tripulantes do Argo, ela conheceu o herói Meleager.
Meleager ficou encantado com Atalanta, e ele a convidou para o extermínio da Besta Mágica da Caledônia. O segundo conto é sobre o extermínio do Javali Calidoniano, onde Atalanta é mais conhecida por sua participação nesta caçada, mas isso resultou em uma tragédia logo após esse evento. Por uma questão de exterminar esta Besta Mágica que foi despachada por Artemis, que ficou com raiva de um rei que estava sendo negligente ao oferecer-lhe um sacrifício, Atalanta e os outros esgotaram seus esforços em uma tentativa desesperada de caçar o javali. No entanto, embora Meleager tenha perfurado o golpe final, ele entregou a conquista a Atalanta, que foi a primeira a acertar sua flecha no javali, sendo um ato de boa vontade para Atalanta, ou Meleager tendo pensado que isso é algo que deveria seja simplesmente seguido como um herói.
Em relação aos homens, eles demonstraram descontentamento em relação a isso, onde não podem crescer para serem simplesmente tolerantes e estavam dizendo que possuem habilidades maiores que Atalanta, que é mulher. Uma briga de repente ocorreu entre Meleager e seus parentes, e Meleager foi infligido por uma maldição mortal.
O terceiro conto é sobre a disputa pelo casamento de Atalanta. Após a caçada ao Javali Calidoniano, Atalanta retornou à sua terra natal, mas seu pai, que nunca teve um filho, ordenou que ela se casasse. uando os pretendentes começaram a se apressar para pegar sua mão, a problemática Atalanta decidiu transformá-la em uma competição de corrida de pés. Ao prometer um voto de virgindade à deusa, ela proclamou: "Só me casarei com alguém que possa me derrotar numa corrida de pés. Aqueles que perderem serão mortos". Ela rasgou um grande número de desafiantes. Embora Atalanta não perdesse para ninguém na corrida aos pés, ela caiu nos planos covardes de um homem que pediu emprestada a ajuda de uma deusa e acabou se casando sem força. Ela perdeu quando foi levada a pegar maçãs douradas irresistíveis jogadas na frente dela, e ela teve que quebrar seu voto. Posteriormente, foi dito que ela foi transformada em leão como punição, mas isso é incerto.
Em relação a Meleager, é incerto que tipo de sentimentos Atalanta abraçou por ele. No entanto, ela parecia ter visto o resultado de um homem que a amava ser arrastado para uma tragédia, enquanto, com relação à persuasão de seu pai em se casar, ela tentava escapar da demanda irracional que lhe era imposta, mas ela também não conseguia. No final, nenhum desses contos teve um final particularmente feliz para ela, e sua desconfiança em relação aos homens se tornou extremamente forte devido ao terceiro conto em particular também.
No que diz respeito a ela, Atalanta é uma existência que projetou seu eu anterior enquanto, simultaneamente, ela existe como um símbolo de pureza para as crianças. Embora ela tenha sido salva pelas mãos dos deuses, é quase além da redenção para o resto das crianças. Ela, que se materializou como serva, confia a salvação dos filhos ao Santo Graal. Todas as crianças do mundo todo. Essa missão não tem recompensa e, mesmo assim, mesmo sabendo que é um desafio difícil e quase impossível de realizar, ela perseguirá esse sonho por toda a eternidade.
Fate/Extra
Atalanta é brevemente mencionado em Fate/Extra como um Servo de passagem de um Mestre sem nome de Saber em uma conversa em Sala Privada. Ela elogia Atalanta como uma bela caçadora e um dos exemplos de um belo espírito heróico, ao contrário dos "feios", como piratas e ladrões. A menção não tem relação com o design dos apócrifos, e ela não faz uma aparição real.
A adaptação para mangá de Fate/Extra combina os dois aspectos, apresentando uma breve participação especial no design apócrifo de Atalanta. Saber e Atalanta lutam brevemente contra Lancer, onde Saber salva Atalanta do ataque de Lancer. Por fim, ela e seu Mestre perecem na Guerra do Santo Graal das Células da Lua.
Fate/Grand Order
Orleans: O Dragão Maligno Guerra dos Cem Anos
Atalanta, junto com outros Servos, é convocada por Jeanne Alter como Arqueira-Berserk.Para participar de sua destruição da França. Ela é encontrada por Ritsuka Fujimaru, Mash Kyrielight e seus aliados quando eles vão assaltar o palácio de Orleans. Depois de ser derrotada por eles, Atalanta aceita sua derrota, dizendo que a tarefa que lhe foi dada foi problemática e sem recompensa. Ela então diz ao grupo para derrubar Jeanne Alter. Ela tenta dizer algo sobre a próxima vez, mas desaparece antes que ela pudesse.
Okeanos: Os Quatro Mares Selados do Fim
Atalanta é um aliado da singularidade de Okeanos. Ela foi convocada junto com os outros argonautas: Jason, Heracles e Medea. No entanto, quando Jason quis procurar a Arca e sacrificar um deus, ela deixou o grupo. Ela finalmente encontra David e diz a ele o que Jason planeja fazer com a Arca. Depois de informá-lo disso, ela decide esperar com David até que os aliados cheguem à época.
Eles finalmente ouvem sobre Ritsuka e seus aliados procurando a Arca antes de Jason chegar a ela. Depois que Atalanta envia uma mensagem ao Golden Hind por flecha, David aguarda ansiosamente a chegada do navio, mas ela diz para ele se acalmar. Ela consegue desviar todos os flertes de David até Ritsuka e seus aliados chegarem. Ela vai conhecer o grupo onde se lembra de Ritsuka e Mash de Orleans, mas desta vez agradece por ser ela mesma. Após o choque de descobrir que Artemis é um romântico sem esperança, Atalanta leva o grupo pela ilha a conhecer David. Ela então fala de suas circunstâncias ao convocar e se aliar a David, explicando que nunca havia gostado de Jason na vida.
Mais tarde, Atalanta ajuda o grupo em seu plano de destruir Heracles, atraindo-o e fazendo-o tocar na Arca. Depois, ela e David se juntam ao grupo no Hind Dourado enquanto perseguem Jason. Depois que Caldéia recupera o Santo Graal de Medéia, Atalanta diz a Ritsuka e Mash que ela está feliz em ajudar neste momento antes de desaparecer com o colapso da Singularidade, embora ela se perguntasse como continuaria a oferecer sua oração a Artemis, agora que sua personalidade foi revelado.
Salomon: O Grande Templo do Tempo
Atalanta está entre os Servidores da Singularidade "Okeanos" para ajudar a Caldéia contra os Pilares dos Deuses Demônios. David flerta com Atalanta e a chama de Abishag.
Corrida de Verão Dead Heat! ~ Ishtar Taça de esperanças e sonhos
Atalanta é o líder de um grupo de bandidos que residem nos terrenos baldios. Ela se revela aos pilotos depois que eles derrotam alguns dos bandidos, referindo-se a eles como seus filhos. Ela explica que os pais são muito mais do que apenas genética e diferença de idade em resposta à confusão do grupo. Chamando o terreno baldio às planícies de Atalanta, ela diz aos corredores que suas estradas levam a onde ela e seus "filhos" plantaram maçãs-semente. Ela diz que eles são essenciais para o futuro de seus "filhos", então ela não pode permitir que eles sejam destruídos na corrida. Ela ignora a explicação de Helena Blavatsky de que as maçãs não podem crescer em um clima árido como o deserto. Ela então permite que os pilotos voltem ou encontrem outro caminho, caso contrário ela os matará. Eles a ignoram e continuam correndo, mas acionam as minas terrestres que ela plantou para proteger as maçãs das sementes. Atalanta declara que fará qualquer coisa, por mais desprezível que seja, para proteger seus "filhos". Ela então revela que comprou as minas terrestres de um demônio passageiro, garantido que elas trabalhariam nos servos. Quando Nitocris diz que as maçãs foram destruídas, considerando o tamanho das explosões das minas terrestres, Atalanta culpa os corredores pelo que aconteceu. Nitocris e Scheherazade tentam correr à frente, mas Atalanta os alcança facilmente a pé. Depois de ser derrotada por eles, ela diz que a fez para desempenhar seu papel. Ela admite que era um pouco demais esperar que eles acreditassem que uma gangue de bandidos eram seus filhos antes de desaparecer.
Fate/Apocrypha: Herança da Glória
Após a conclusão da Grande Guerra do Santo Graal, Darnic, ainda fundido com Vlad, permaneceu no Grande Graal. Ainda desejando adquirir o Graal, ele manifestou réplicas irracionais dos Servos participantes da guerra (exceto os Governantes) para lutar incessantemente em uma recriação da guerra dentro de uma recriação de Trifas. Eventualmente, Atalanta, Spartacus e Frankenstein atacam a Fortaleza Yggdmillenia, onde a festa de Ritsuka se baseia à noite. Eles derrotaram pelo grupo e desaparecem com a luz da manhã.
Devido à influência de Sieg, Atalanta, Spartacus e Frankenstein se manifestam na manhã seguinte. Aquiles pergunta a Atalanta se ela é a mesma que seu pai, Peleu, sempre falou. Ela percebe que ele é filho de Peleu, e lembra Peleu como o homem que ela jogou durante uma marcha de luta livre. Quíron entra na sala e pede ajuda para fazer armadilhas. Ele presume que ela seria mais adequada quando se trata de florestas. Atalanta aceita, mas ela se pergunta que dever, já que todos estão dentro do Graal. Quíron responde que é para proteger o Graal e diz que eles eram inimigos na realidade. Atalanta acha normal que os inimigos se tornem aliados; Aquiles diz que eles eram aliados como Servos de Vermelho. Ela está feliz por tê-lo como aliado, mas ressalta que o inimigo é instilado com a Divindade para negar sua imortalidade. Ela acha desagradável a perspectiva de potencialmente lutar contra si mesma mais tarde. Assim, ela pede a Aquiles para não arrastar "seu" corpo. Aquiles responde que ele não faria isso a menos que fosse um Berseker, ao qual Atalanta responde que ela estava brincando. Apesar de não ter nenhuma lembrança da Grande Guerra do Santo Graal, ela sente que ela e Aquiles tiveram muitas conversas. Aquiles responde que ele sempre quis conhecê-la desde que seu pai falou com carinho dela; Atalanta pede que ele pare de vergonha. Mais tarde, ela lança a catástrofe de Phoebus nas réplicas de Astolfo, Siegfried e Mordred atacando a fortaleza. A réplica Astolfo é capaz de evitá-la, no entanto, graças à capacidade de mudança de dimensão de Hippogriff. Então Atalanta decide que ela e Quíron continuarão atirando até que ele se materialize.
No dia seguinte, o grupo se une aos Astolfo, Siegfried e Mordred re-materializados. Durante uma reunião no jardim, é determinado que os Jardins Suspensos da Babilônia servem como base inimiga. Atalanta se pergunta se eles podem atacar os Jardins durante o dia em que Quíron diz que será defendido por doze Servos. Avicebron, no entanto, revela o golem que ele enviou para inspecioná-lo, conforme o pedido de Quíron, foi transportado para o exterior quando a noite chegou. Como não há alternativas, o grupo concorda com um ataque frontal. Enquanto os outros escolhem seus papéis para proteger Ritsuka e Sieg a caminho dos Jardins, Atalanta diz que ela apenas flecha quando perceber que Sieg sabe alguma coisa. Sieg lembra que ela usou um Noble Phantasm para voar durante a Grande Guerra do Santo Graal. Atalanta percebe que está falando sobre Agrius Metamorfose e lembra que é capaz de voar. Ela está convencida de que usou durante a Grande Guerra do Santo Graal e se pergunta se ela estava em uma situação tão desesperada para usá-lo. Ela decide usá-lo, mesmo que não seja para vôos prolongados. Ela diz a Spartacus que ele não pode se tornar um pássaro em uma única noite, quando diz que fará exatamente isso para chegar aos Jardins, dizendo que é ofensivo para os pássaros. Ela então sugere que ele use uma corda para subir ao jardim, o que ele aceita.
No dia seguinte ao ataque, o grupo come sanduíches de morango no jardim. Atalanta os acha doces e acredita que as crianças vão gostar. Ela irritantemente responde a Jack que o sangue e os morangos têm um gosto drasticamente diferente quando ela pergunta sobre isso. Quando Aquiles começa a exagerar as habilidades de Quíron, Atalanta pergunta se ele pode atirar a maçã em um magistrado do mal. Mais tarde naquela noite, o grupo começou a voar em direção aos Jardins. Atalanta encontra sua roupa enquanto Agrius Metamorphosis está ativo para ser um pouco arriscado, preferindo sua roupa regular. Ela decide lidar com isso de qualquer maneira, uma vez que lhe permite voar. Quando Quíron diz ao grupo para acreditar em sua própria sorte ao iniciar seu ataque, Atalanta interpreta mal quando ele diz a ela para desistir, já que sua sorte é muito baixa. O grupo finalmente descobriu a réplica dos Servos que os barravam e entrava nos Jardins. Eles derrotam Semiramis e Karna e os recrutam quando acordam na manhã seguinte. Eles são guiados por Semiramis para onde o inimigo reside, a câmara do Graal.
Na câmara do Graal, o grupo encontra Darnic, o cérebro por trás da Guerra do Grande Graal recriada. Sieg explica como Darnic se fundiu com seu Servo, a forma vampírica de Vlad através de um Feitiço de Comando, numa tentativa desesperada de retomar o Graal. Tornando-se um monstro além do de um vampiro, Darnic chegou perto de retomar o Graal até Shirou o destruir. Deveria ter terminado ali, já que um Servo deveria voltar para pura mana e retornar ao Grande Graal quando morressem. No entanto, isso nunca aconteceu porque Darnic era humano, e também porque Darnic prolongava a vida fundindo sua alma com a de uma criança. Como resultado desses fatores, Darnic não é um humano nem um Servo, ele é apenas um ser instintivamente buscando conceder seu desejo de adquirir o Graal. Sieg tenta convencê-lo a se render, dizendo que um Graal quebrado não pode alcançar a Raiz nem ativar a Terceira Magia. Darnic recusa e lembra ao grupo que ele já controla 87% do Graal. Ele declara que, enquanto ele possuir o Graal, nenhum grupo desaparecerá, mas eles desaparecerão quando ele se for. Ele então propõe usar o Graal para encarná-los, se eles concordarem em se juntar a ele. No entanto, todos eles recusam sua proposta por causa de seus próprios princípios como heróis. Atalanta diz a ele para obter sua própria vitória se não estiver satisfeito. Esperando que essa seja sua resposta, Darnic se conecta a uma réplica do Graal que emerge do Graal para o choque de Sieg. Ele então luta contra o grupo, fazendo com que a réplica do Graal gere continuamente réplicas de Servos. O grupo luta no começo, já que a réplica do Graal está usando suas afinidades de classe contra eles, então eles decidem fazer o mesmo. Atalanta questiona Mordred sobre a necessidade de orientação de Frankenstein, um Berserker. Mordred a chama de exibicionista em resposta, cujo choque faz com que Atalanta retorne ao seu eu original. Depois que a réplica do Graal é destruída, Darnic se recusa a desistir quando é atingido por Kazikli Bey do supostamente selado Vlad. Ao contrário dos outros, ele mantém suas memórias da Grande Guerra do Graal devido a Darnic se fundir com ele durante ela. Ele finalmente convence Darnic a aceitar que seu sonho quebrado nunca pode ser recuperado. Depois que Darnic e Vlad desapareceram, o grupo é teleportado de volta ao chão por Semiramis. Atalanta despediu-se dos outros, esperando vê-los novamente e desapareceu.
Interlude
Em seu primeiro interlúdio, Sorriso da Deusa, Atalanta viaja com Ritsuka e Mash para a ilha que eles conheceram durante a Singularidade de Okeanos para recuperar algo que ela deixou para trás. Lá, ela diz ao par que deixou uma estátua de Ártemis que ela fez à mão. Ela começa a liderá-los em direção a uma caverna do outro lado da floresta quando sente uma quimera. Depois de morto, o grupo entra na caverna. Atalanta diz a Ritsuka que um desejo egoísta do Graal não é exatamente o errado. Ela admite que também tem um desejo simples que sabe que nunca pode ser atendido, mas mesmo assim o persegue. Depois de matar mais monstesr, o grupo alcançou a estátua de Artemis. Atalanta expressa seu desdém geral por Orion quando Ritsuka sugere que ela faça uma estátua dele. Ela então pergunta a Mash se ela prefere se casar com Orion ou Jason, mas Mash não é capaz de responder como ela mesma. Artemis e Orion então chegam, e ela ataca o grupo pelo que Atalanta disse sobre Orion. Ela alerta Atlanta que não será mais abençoada por ela se vencer. Depois que ela é derrotada, Artemis e Orion vão embora. Atalanta então sugere que eles retornem à Caldéia com carne de Quimera ou pele de javali, mas Ritsuka silenciosamente rejeita os dois.
Em seu segundo interlúdio, London Child, Atalanta viaja para Londres com Ritsuka e Mash. Ela explica que ouviu Jack, o Estripador, manifestado lá. O grupo é então confrontado por Servos Sombrios. Depois de derrotá-los, eles finalmente encontram Jack. Atalanta diz a ela que nunca encontrará sua mãe, pois, mesmo que existisse, nunca a aceitaria como filha. Depois de derrotar Jack, ela confessa que queria salvá-la, apesar de estar sem dinheiro. Jack então desaparece e ela já foi salva. Atalanta adverte que Jack continuará se manifestando até que a história humana seja restaurada. Ela então afirma que seu desejo é salvar todas as crianças infelizes do mundo. Ritsuka acha que é um desejo difícil, ao qual Atalanta lhes agradece por não rirem dele. Ela percebe que é quase impossível, mas ainda quer persegui-lo.

Fate/strange Fake

Atalanta aparece brevemente quando Bazdilot Cordelion sonha com seu Servo, o passado do Arqueiro Verdadeiro. No sonho, quando o Argo navega pelo mar, Jason fala sobre seus objetivos para seu novo reino em Heracles, afirmando que ele se tornará o maior rei, que criará a melhor e mais justa nação, onde até alguém como Heracles pode viver sem se preocupar. . No fundo, as reações dos outros membros da equipe ao discurso de Jason foram variadas. Atalanta, descrita como uma arqueira com um ar bestial, olhou para Jason com suspeita. Quando Bazdilot conta seu sonho para True Archer, True Archer confirma que a mulher era Atalanta e que desdenhava Jason.
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2020.07.22 12:22 Haha_blu A ilusão é triste

Olá luba;Turma;Editores;Alma dos papelões;Possível convidado pela vídeo chamada(#fiqueemcasa);E gatas maravilhosas,que estão a ver.
Eu fiz um post contando uma história de julgamento onde citei outra história,hoje vou contar ela(porque a única coisa que faço da vida é passar vergonha).
Eu nem sei como começar ou explicar essa história direito porque foi tanta coisa(let's go beninas)
O ano era 2019,estava começando mais um ano letivo,nossa,que emoção.Depois que todos tinham se ajeitados com os horários e tals,nós meninas finalmente podíamos prestar atenção nos garotos.
Na real eu nem lembro como eu fui ter uma queda por esse garoto(deem o nome que desejarem).Mas é como dizem:"quando o garoto é bonito,ou ele é yag,ou tem namorada".
Bom,no caso ele tinha namorada,e ela tem o mesmo nome que o meu.
Eu tive uma teoria muito ridícula quando descobri:E se quando eles terminarem e eu ficar com ele e ele for me chamar e pensar na outra.(eu não sei até hoje o que se passava na minha cabeça)
Eu fiquei com isso na cabeça algumas semanas.
Depois pensei:"por que não ser pelo menos só amiga dele?".O que eu fiz?Chamei o garoto no Instagram. Conversa vai,conversa vem,sou trouxa e falei que gostava dele.(que vergonha alheia).
Como ele tinha namorada ele rejeitou,mas continuamos sendo amigos,colegas,ou melhor,conhecidos.
Aconteceu que a namorada dele descobriu e começou a me odiar,mas era um ódio "ok"(tipo sem discussão,etc).
Alguns dias depois ele estava com sua namorada em um banco e eu estava por perto,eles estavam conversando e tals e eu fui abraçar minha amiga,e acabou me dando mais visão dos dois,o garoto,sabendo que eu gostava dele,olhou pra namorada dele e beijou ela,eu sabia que isso era uma provocação,então eu dei uma ignorada.
Eu sempre gostei de dançar,desde meus 2 anos de idade,então eu ensaiava coreografias com minhas amigas em um lugar que não tinha muita gente,mas quem estava lá?O garoto,sua namorada e seus amigos,que demais né?
Teve uma festa junina da escola naquele ano,então fui dançar com minhas amigas.O garoto começou a me gravar,só pensava no que ele faria com o vídeo,acabei não me concentrando na apresentação.
No começo eu ignorei,mas os amigos dele passaram do limite,eles me chamavam de prostituta e jogavam moeda pra mim,isso foi meio que se espalhando pela escola inteira,eu mudava de lugar mas eles estavam lá ou passavam lá,eles ficavam zombando da minha dança.Minha sala ficou sabendo disso e uma amiga minha se revoltou com isso,praticamente a sala inteira ficou revoltada.
Mas não deu em nada,o ano acabou terminando e eu não contei nada para a escola,eles não sabem disso até hoje.
Todos os amigos do garoto inclusive ele e a namorada dele acabaram indo para outro período(é obrigatório para certos anos).
E não se preocupem,eu não gosto mais dele,inclusive eu mandei mensagens pra ele porque não estava aguentando mais eles,eu queria deixar claro que eu não gostava mais dele (prints no meu perfil).
Hoje eu continuo uma encalhada.
Eu espero que tenha dado para vocês entenderem.
É isso gentiii,beijos=30.
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2020.07.21 03:26 YatoToshiro Fate/Gensokyo #44 Assassin of Black (Fate/Apocrypha)


Fate/Aporcrypha Fate/Grand Order

​O verdadeiro nome do Assassin é Jack the Ripper (Jack, o Estripador), o lendário serial killer. Embora existam inúmeras teorias sobre quem poderia ser Jack, o Estripador, ela é uma interpretação da série de assassinatos sangrentos na Inglaterra do século XIX. Sua verdadeira natureza é a de uma coleção de fantasmas nascidos de filhos abortados de prostitutas em Whitechapel, Londres. Por ser uma coleção de espectros e não uma entidade única, perfurar seu coração não levará à sua morte imediata, mas o derramamento desses espectros.
Quando o número de crianças abortadas que foram descartadas nos rios atingiu os dez mil, a coleção de ressentimentos que as crianças compartilharam acabou formando o ser humano. Por ter sido criada a partir de crianças que ainda nem nasceram, ela não possuía bom senso e moralidade e simplesmente matou prostitutas para poder voltar ao útero. Em outras palavras, esse é o herético Jack que nasceu do "lado das vítimas".
Depois de matar várias mulheres, recebeu o nome de "Jack, o Estripador", e se alegrou por ter recebido um nome que havia sido negado por tanto tempo. No entanto, nem eles mesmos sabem ao certo se eram ou não "Jack, o Estripador". Afinal, eles são uma amálgama de espíritos malignos, então suas memórias são sempre vagas e, mesmo que lembrem de ter matado prostitutas, é incerto quem exatamente eles mataram. O que eles matam como assassino não é um indivíduo específico, mas a sociedade que os matou, e as fortes emoções que eles carregam não podem ser entendidos por nenhum outro herói, tornando-os além da salvação. Eventualmente, um mago descobriu que o culpado dos assassinatos bizarros era de natureza mágica e a extinguiu.
Ela provavelmente reinará perpetuamente como um eterno mistério e eternas trevas esculpidas na história da Inglaterra. Enquanto sua identidade nunca foi descoberta, suas facas foram deixadas para trás após sua morte e posteriormente obtidas por Hyouma Sagara.
Há um número numeroso de encarnações que compartilham o nome verdadeiro de "Jack, o Estripador", porque o caso nunca foi resolvido. Por exemplo, Berserker é uma entidade completamente diferente de Assassin.
Fate/Grand Order
Londres: O Mundo da Morte na Cidade do Nevoeiro Demoníaco
Jack, o Estripador, é convocado na Singularidade "London" através do "Demonic Fog" ao redor de Londres. Ela atua no grupo que forma o "Projeto Demonic Fog", usando seu próprio nevoeiro para expandir o "Demonic Fog" e matando pessoas nas ruas.
Jack, o Estripador, emboscou Ritsuka Fujimaru e Mash Kyrielight logo depois que eles chegaram à Singularidade. Ela, no entanto, é repelida, fazendo com que ela escape. Jack aparece novamente junto com Paracelsus, um dos mentores por trás da Singularidade, na delegacia da Scotland Yard, a quem Jack massacra, para obter um item mágico. Eles são confrontados pelo partido do protagonista, com Paracelso enviando Jack para matá-los. No entanto, o grupo consegue derrotar Jack, que desaparece depois.
Miss Quase Semanal Santa Alter
Sentindo-se sozinho e confuso no Natal com Nursery Rhyme, Jack, o Estripador, encontra Júlio César. Eles o confundem com Papai Noel, mas ele pede que esperem pacientemente pelo verdadeiro Papai Noel, já que ele não é o verdadeiro Papai Noel. Antes de partir, César diz que elas são boas garotas e espere pacientemente até lá e que ele tentará fazer algo por elas no próximo ano, se não puderem fazer isso.
Mais tarde, Jack e Nursery Rhyme convocam Ritsuka Fujimaru e Santa Alter para o seu mundo interior. Os dois perguntam a Santa Alter se ela é Santa, à qual ela responde que é e pergunta o que são. Eles respondem que não sabem o que são e também não têm nomes. Depois que Nursery Rhyme diz que eles só podiam olhar para a cidade, Jack diz que eles gostariam de algo quente para o Natal. Ela então afirma que eles não são tão complicados quanto Santa Alter pensa que são depois que ela os chamou de espíritos não realizados de meninas enquanto ainda é inocente, mas ignorando o amor.
Jack e Nursery Rhyme lutam contra ela para provar que são dignos de receber presentes, uma vez que não escreveram uma carta para o Papai Noel. No entanto, eles são derrotados e desesperam-se por não haver Natal para nenhum deles. Para sua confusão, apesar de Santa Alter fingir ser excessivamente derrotado por eles, e dá uma infinidade de presentes de Natal. Eles lhe agradecem pelos presentes, mas Jack pede que não haja muitas outras crianças esperando por seus presentes também. Santa Alter responde para não se preocupar e que ela só tem mais uma parada, e diz que os presentes são os espólios de sua vitória e não seus presentes individuais reais. Ela então lhes dá seus presentes; sendo Asterios como uma rena, com quem eles alegremente correm enquanto ela assiste. Quando Santa Alter vai embora, Jack a impede de agradecê-la por conceder o desejo a ela e à Nursery Rhyme. Jack e Nursery Rhyme então contam a Santa Alter sobre seu encontro com o outro Papai Noel.
Salomon: O Grande Templo do Tempo
Jack está entre os Servidores da Singularidade de "Londres" para ajudar a Caldéia contra os Pilares dos Deuses Demônios.
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2020.07.20 20:04 choco-menta Desilusão amorosa, primeira e única

Olá Lucas, gatas, editores e turma/chat que está a ver. Essa é a história de como o amor me fez de trouxa pela primeira e, até agora, única vez.
Obs.: Todos os nomes que eu cito na história já foram censurados.
O começo dessa história data de junho de 2011. Era o dia da festa junina do meu colégio e eu ainda estava no terceiro ano do fundamental. Os alunos do primeiro até o quinto ano eram convidados a participar das apresentações de quadrilha a troco de um pequeno bônus na nota e uma boa humilhação pública. Para aquele ano, nossa turma ia apresentar aquela clássica performance do casamento e, pra não ser injusta com nenhum par, todos nós que resolvemos participar íamos nos casar. Sendo assim todas as meninas estavam vestidas à caráter, como pequenas noivas — eu inclusa. — e os meninos com um traje estereotipado caipira: calça jeans, camisa xadrez e chapéu de palha.
Antes dos ensaios eu nunca tinha tido muito contato com o meu "noivo", vou chama-lo de João, e o conhecia apenas de vista. No entanto, a dança nos aproximou e ficamos bastante amigos. No final das aulas, enquanto esperávamos que nossos pais fossem nos buscar tínhamos conversas até que produtivas para crianças de apenas oito anos.
Ele foi o primeiro menino que eu cheguei a considerar meu amigo e não demorou muito para que minhas irmãs fanfiqueiras enchessem o meu saco dizendo que aquilo era mais que uma amizade. Se não fosse por elas, minha cabecinha inocente não teria visto nada de errado em casar com o garoto por um dia apenas, mas após as insinuações delas eu passei a enxergar o que tínhamos por outro ângulo e não gostei muito do que vi.
Meu pai sempre foi do tipo protetor, daqueles que diz que namoro é coisa para depois da faculdade e na época eu fiquei apavorada pensando que estava o desobocendo só por ser gentil com o garoto. Foi aí e por conta disso que me decidi: após o casamento, eu ia querer o divórcio.
Na noite da festa eu me concentrei em me divertir e na dança. Mas, mesmo me divertindo à beça, eu ainda sentia que estava fazendo algo de errado e segui firme naquela ideia.
Ficamos cinco anos sem nos falar. O fato de que nunca mais caímos na mesma turma ajudou. Também não tínhamos um amigo sequer em comum. Na real, um dos amigos dele era o Miguel, um menino que praticava bullying comigo e com praticamente a escola inteira. Na época eu considerava bullying porque ele dizia em forma pejorativa, mas hoje em dia se me chamarem de "Lady Gaga" de novo eu irei aceitar como elogio. E não precisa cancelar ele, o Miguel é importante para a história e só estava por um período de auto-aceitação (na verdade ele é little monster).
Além disso, muita coisa mudou em cinco anos. Em 2012, por exemplo, foi o fim do meu mundo. Não que seja importante pra história, mas ninguém morreu, além do amor entre o meu pai e a minha mãe.
Indo para 2015, eu e Miguel fomos colocados na mesma turma. Eu pensava que seria um inferno, mas o excesso de convivência — seis horas por dia, cinco dias da semana. — fez com que virássemos amigos. E, sendo amigos, eu passei a andar com os amigos dele e ele com os meus.
E dentre os amigos dele estava o João, meu ex-marido. E, com quatorze anos, o tempo foi esclarencendo para mim o que eu sentia por ele. Tivemos conversas ainda mais interessantes, trocávamos indicações de livros, séries e músicas. Ficava cada vez mais claro para mim que aquela era uma amizade que eu não iria querer desperdiçar ao fazer a burrada de me declarar. Na minha cabeça, fazia muito sentido que eu deixasse tudo como estava: e se ele não sentisse o mesmo? E se não durar? Meu pai nunca que iria deixar mesmo.
No Ensino Médio, cada um seguiu seu caminho e foi para uma escola diferente. Em estados diferentes, inclusive. Mas, no fundo, eu acho que sempre haverá uma parte de mim esperando pelo universo fazer uma forcinha e nos coloquar frente à frente mais uma vez, ainda que para trocar mais indicações de cantores e seriados. E depois da faculdade, de preferência.
Soquinho no cotovelo e <3
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